Skip to content

Este ano marca duas décadas de colaboração entre a Commvault e a Hitachi Vantara — 20 anos trabalhando lado a lado para apoiar as empresas em meio a mudanças constantes e à crescente complexidade.

O que começou como uma aliança tecnológica evoluiu para uma parceria de confiança, focada em ajudar as organizações a se manterem seguras, resilientes e preparadas para o futuro. De empresas globais a startups inovadoras, apoiamos equipes na modernização de ambientes de dados, na ampliação de operações e na transformação digital de seus negócios, com desempenho robusto e recursos de resiliência cibernética líderes do setor. Juntos, desenvolvemos soluções profundamente integradas para garantir a continuidade dos negócios.

Nossas soluções ajudam as organizações a:

  • Antecipar e mitigar ameaças cibernéticas
  • Elimine o tempo de inatividade e minimize as interrupções
  • Habilite a recuperação rápida para garantir a continuidade dos negócios
  • Gerenciar e proteger dados em ambientes híbridos

Um brinde a duas décadas de inovação e aos nossos mais de 1.300 clientes em comum, que confiam em nós em sua jornada rumo à resiliência cibernética. 


​“A Commvault e a Hitachi Vantara mantêm uma parceria de longa data, colaborando para oferecer soluções avançadas e de ponta em resiliência cibernética. Nossa parceria resultou em inúmeras inovações voltadas para o aprimoramento da segurança dos dados e da Readiness para empresas globais. Estamos entusiasmados em continuar aprimorando nossas novas ofertas de tecnologia em conjunto com a Hitachi Vantara nos próximos anos.” – Alan
Atkinson, Diretor de Parcerias da Commvault


“Comemorando 20 anos de inovação, a Hitachi Vantara e a Commvault construíram uma parceria de confiança focada em oferecer soluções de proteção e recuperação de dados de alto desempenho, além de soluções de ponta em resiliência cibernética. Oferecemos às empresas segurança de dados segura, escalável e confiável em 86 países e, juntas, já protegemos mais de 1 exabyte de dados. Olhando para o futuro, estamos entusiasmados em dar continuidade a esse legado de sucesso, ajudando as organizações a explorar todo o potencial de seus dados, ao mesmo tempo em que garantimos sua integridade e disponibilidade nos próximos anos.”
Greg Bucyk, vice-presidente de Parceiros Estratégicos e Alianças da Hitachi Vantara


 

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

A resiliência cibernética é mais do que apenas uma palavra da moda – é um componente essencial da estratégia empresarial. É o que afirma Rosa Kariger, uma das principais especialistas em segurança cibernética, que recentemente participou do podcast “Resilience Uncompromised” ao lado de Sanjay Mirchandani, presidente e CEO da Commvault. Rosa reflete sobre sua experiência como CISO na Iberdrola e na área de segurança cibernética no Fórum Econômico Mundial, além de compartilhar insights valiosos sobre como as organizações podem construir uma cultura de resiliência cibernética.

Entendendo a resiliência cibernética como um risco operacional

A resiliência cibernética não se resume apenas a contar com sistemas robustos de Backup and Recovery. Trata-se de permitir que sua empresa continue a funcionar e a prestar serviços essenciais mesmo quando sua infraestrutura de TI estiver comprometida. Rosa enfatiza que a resiliência cibernética deve ser integrada à sua estratégia geral de gestão de riscos. Isso significa tratar a segurança cibernética como um facilitador estratégico dos negócios, e não apenas como um desafio técnico.

A importância da preparação

A preparação é um dos pilares da resiliência cibernética. Rosa destaca a necessidade de planejamento de cenários, especialmente para situações em que possa ocorrer a perda total da conectividade. É essencial ter um Plano B em vigor para as funções críticas do negócio. Isso permite que sua organização mantenha as operações e continue atendendo seus clientes durante um incidente cibernético.

Responsabilidades e prestação de contas bem definidas

A construção de uma cultura de resiliência cibernética exige responsabilidades claras e prestação de contas. Rosa destaca que todos os funcionários, especialmente aqueles que implementam tecnologia, devem ser responsabilizados pela segurança cibernética de seus processos. A segurança cibernética não deve ser responsabilidade exclusiva do CISO ou das equipes de TI. Pelo contrário, deve ser uma responsabilidade compartilhada por toda a organização.

Os profissionais da área técnica devem ser incentivados a zelar pela segurança cibernética, pois são responsáveis pela qualidade, eficiência e custo da tecnologia com a qual trabalham. Essa abordagem integra a segurança cibernética ao cerne das operações empresariais e garante que ela não seja tratada como algo secundário.

O Papel da Função de Segurança Cibernética

A função de segurança cibernética deve atuar como consultora e segunda linha de defesa. Isso significa fornecer orientação e informações à organização, enquanto as responsabilidades específicas de segurança cibernética estão integradas às equipes técnicas e operacionais. Dessa forma, a função de segurança cibernética pode oferecer insights estratégicos e apoio, ajudando a criar uma organização mais resiliente e segura.

Medidas práticas para desenvolver a resiliência cibernética

Construir uma cultura de resiliência cibernética não se resume apenas à implementação de tecnologias avançadas de segurança; trata-se de promover uma mentalidade em que cada funcionário compreenda e assuma a responsabilidade pela segurança cibernética. Aqui estão algumas medidas práticas e exemplos reais para ajudar as organizações a alcançar esse objetivo:

  1. Integrar o risco cibernético à gestão geral de riscos: isso significa que os riscos associados ao uso da tecnologia são identificados, aceitos e gerenciados em todos os níveis. Dessa forma, os funcionários ficam mais bem preparados para lidar com incidentes cibernéticos, garantindo a continuidade ininterrupta dos negócios mesmo em caso de falha da tecnologia.
  2. Aumentar a preparação: Realizar simulações periódicas de perda total de conectividade ou outras interrupções graves. Isso ajuda a aumentar a tolerância da organização a falhas. Por exemplo, uma instituição financeira poderia simular um cenário em que todas as transações digitais fossem interrompidas e os funcionários tivessem que recorrer a processos manuais para dar continuidade às operações.
  3. Defina funções e responsabilidades claras: certifique-se de que todas as equipes, incluindo as funções técnicas e operacionais, tenham responsabilidades claras em matéria de segurança cibernética. Essa responsabilização distribuída incentiva todos a zelar pela segurança. Por exemplo, em um ambiente industrial, um engenheiro que trabalha na digitalização de um processo deve ser responsável pela segurança cibernética desse processo, e não apenas o CISO.
  4. Ofereça treinamento adequado: o treinamento é fundamental para capacitar os funcionários a gerenciar os riscos de segurança cibernética de forma eficaz. Os profissionais da área técnica devem receber treinamento para compreender e mitigar os riscos de segurança cibernética em suas funções específicas. Isso garante que eles tenham o conhecimento necessário e sejam capazes de implementar as medidas de proteção necessárias.
  5. Implemente uma estratégia de “continuidade”: desenvolva um Plano B para garantir a continuidade das operações durante interrupções na infraestrutura de TI. Isso pode envolver o uso de sistemas de backup, processos manuais ou canais alternativos de comunicação. Por exemplo, um prestador de serviços de saúde pode ter um plano para utilizar prontuários em papel e registros manuais de admissão caso seu sistema de prontuários eletrônicos fique fora de serviço.

Ao seguir essas etapas, as organizações podem construir uma cultura robusta de resiliência cibernética. Essa abordagem ajuda a preparar todos para lidar com incidentes cibernéticos, manter a continuidade dos negócios e proteger informações confidenciais.

A resiliência cibernética é uma jornada, não um destino. Ao integrar a segurança cibernética às suas práticas de gestão de riscos, promover uma cultura de responsabilidade e manter uma força de trabalho bem preparada e informada, você pode ajudar a criar uma organização resiliente, pronta para enfrentar qualquer desafio. Seja proativo, mantenha-se informado e seja resiliente.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Jane Frankland, uma veterana em segurança cibernética e defensora das mulheres na área de tecnologia, participou recentemente do podcast STRIVE ao lado de Darren Thomson para discutir a lacuna crítica entre as equipes de TI e de segurança. Com mais de 28 anos de experiência na área, Jane traz uma perspectiva única, combinando sua formação em arte e design com sua profunda especialização em segurança cibernética. Suas ideias não são apenas informativas, mas também oferecem soluções práticas para organizações que buscam aprimorar sua postura de segurança.

A lacuna entre TI e segurança

Jane e Darren abordam a questão de longa data da divergência entre as equipes de TI e de segurança. Embora tanto o CIO quanto o CISO tenham como objetivo apoiar os negócios, suas metas frequentemente entram em conflito. O CIO está focado na inovação e na transformação digital, impulsionando a organização com novas tecnologias e processos. Por outro lado, o CISO tem a missão de reduzir riscos e garantir a conformidade, o que, às vezes, pode ser visto como um obstáculo às metas do CIO.

Esse conflito pode fazer com que o CISO seja visto como um obstáculo, em vez de um facilitador. Jane afirma que essa lacuna já existe há muitos anos e está se agravando. Ela observa que, às vezes, os CISOs são afastados pelos CIOs porque, ao desempenharem suas funções, acabam atrasando a missão do CIO. Isso ressalta a necessidade de um melhor alinhamento e colaboração entre essas funções.

Preenchendo a lacuna

Jane sugere várias estratégias para ajudar essas funções a trabalharem melhor em conjunto:

  1. Projetos colaborativos: Envolva tanto o CIO quanto o CISO em iniciativas, como o planejamento de recuperação cibernética e a aplicação de patches nos sistemas, desde o início. Isso permite que a segurança seja integrada ao projeto desde o início, em vez de ser uma consideração tardia.
  2. Incentivos e KPIs alinhados: quando ambas as equipes trabalham em prol dos mesmos objetivos, isso estimula a colaboração e promove uma abordagem mais coesa e eficaz em relação à segurança.
  3. Compreensão do negócio: os CISOs precisam compreender o negócio e estabelecer relações com outras partes interessadas. Isso os ajuda a atender melhor às necessidades da empresa e a evitar serem vistos como um obstáculo. Jane destaca a importância de os CISOs serem capazes de comunicar o valor da segurança a partes interessadas sem formação técnica.
  4. Definição da tolerância ao risco: as organizações devem definir sua tolerância ao risco no nível do conselho administrativo. Isso proporciona um marco claro para o trabalho tanto do CIO quanto do CISO e mantém a inovação e a segurança alinhadas.

Desafios culturais e organizacionais

Jane também compartilha várias histórias que destacam os desafios culturais e organizacionais na área de segurança cibernética. Ela menciona que a distância entre a equipe de infraestrutura de TI e a equipe de segurança tem sido um problema de longa data. Os objetivos opostos do CIO e do CISO podem criar um ambiente tóxico, no qual a segurança é vista como um obstáculo ao progresso.

Para enfrentar esses desafios, Jane defende uma mudança cultural. Isso envolve integrar a segurança à organização, em vez de depender exclusivamente da tecnologia. Ela destaca a importância do alinhamento da liderança e a necessidade de o CIO e o CISO estarem em sintonia no âmbito do conselho administrativo.

O impacto e o trabalho de defesa de Jane

A vasta experiência e a trajetória única de Jane fazem dela uma voz valiosa na comunidade de segurança cibernética. Ela é embaixadora da marca e foi reconhecida na Lista de Honras de Ano Novo do Rei por suas contribuições para a área. Suas bolsas de estudo do IN Security já ajudaram 442 mulheres, aumentando significativamente a alfabetização cibernética e a inclusão.

Seu compromisso com a defesa de perspectivas diversas e, especialmente, com o apoio às mulheres, fica evidente em seu trabalho. Jane incentiva profissionais de outras áreas a se envolverem com as equipes de segurança e a ampliarem seus conhecimentos sobre segurança cibernética. Isso não apenas ajuda a diminuir a distância entre TI e segurança, mas também cria um ambiente mais relevante e inclusivo para todos.

Um roteiro para superar as lacunas

A conversa de Jane e Darren no podcast STRIVE oferece dicas práticas para organizações que buscam alinhar melhor suas funções e líderes de TI e segurança. Ao promover a colaboração, buscar objetivos comuns e integrar a segurança à organização, as empresas podem criar um ambiente mais seguro e inovador. A defesa de Jane por maior alfabetização cibernética e inclusão ressalta ainda mais a importância de uma abordagem holística à segurança cibernética.

Assista ao episódio completo aqui.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

E se a IA cuidasse do desenvolvimento de software de forma autônoma? Sistemas de IA agentiva, como o GitHub Copilot Workspace, já têm como objetivo receber solicitações de alto nível e, de forma autônoma, escrever, testar e depurar códigos. Esse salto, que vai além da geração de trechos de código para a automação de fluxos de trabalho cognitivos de ponta a ponta, reformula o trabalho do conhecimento e a interação com o software. Compreender o impacto da IA agentiva na estratégia, nos planos de ação e na força de trabalho é agora imperativo para os líderes. De acordo com os participantes de uma pesquisa recente do Boston Consulting Group, uma em cada três empresas no mundo planeja destinar mais de US$ 25 milhões à IA em 2025.

Definindo a IA Agênica: Além dos chatbots, rumo a atores autônomos

Esqueça os simples chatbots. A IA agentiva consiste em sistemas projetados para perseguir objetivos de forma autônoma. Quando recebe um objetivo de alto nível, um sistema agentivo é capaz de elaborar um plano, executar etapas por meio da interação com diversas ferramentas digitais (APIs, navegadores, aplicativos) e se adaptar com base nos resultados. Trata-se da transição de uma IA que responde com base em padrões para uma IA que age para realizar tarefas específicas.  

Grande parte da confusão decorre do fato de que a IA agênica frequentemente utiliza poderosos modelos de IA de geração, como o GPT-4o da OpenAI ou o Gemini do Google, como seu mecanismo central de raciocínio. No entanto, a estrutura agênica — exemplificada por plataformas que surgem da API Assistants da OpenAI ou de kits de ferramentas de código aberto — fornece as camadas cruciais de autonomia, planejamento, memória e interação com ferramentas. Imagine que, em vez de ter um mecanismo poderoso, você tenha um veículo autônomo que usa esse mecanismo para navegar no trânsito, seguir rotas e chegar a um destino. Essa capacidade dinâmica o diferencia nitidamente da automação de processos robóticos, que é frágil e se limita a seguir scripts.  

IA agentiva x IA generativa: o salto prático que está impulsionando o entusiasmo

O poder da IA generativa de criar conteúdo — desde trechos de código, por meio do GitHub Copilot original, até textos de marketing, por meio do Jasper — é inegável. No entanto, a IA agentiva aproveita esse poder generativo e o torna aplicável na prática. É a diferença entre pedir a uma IA para escrever código em Python e pedir a um agente para criar, testar e depurar um script funcional em Python que se integre a uma API específica para alcançar um resultado de negócios.  

A atual onda de entusiasmo, evidente nas valorizações vertiginosas das startups de IA e no intenso foco dos gigantes da tecnologia, decorre desse salto para a ação autônoma. Enquanto a IA de Geração pode redigir seções de um plano de negócios, um sistema autônomo poderia receber a tarefa de “analisar as tendências de mercado para o Produto X, identificar os principais concorrentes, elaborar um documento de estratégia competitiva e agendar uma reunião de revisão”, orquestrando ferramentas de pesquisa, análise, geração e agendamento. Esse potencial de automatizar fluxos de trabalho complexos e com várias etapas de ponta a ponta, indo além da intervenção humana em cada etapa, alimenta o imenso interesse estratégico e os investimentos.  

O Imperativo Agente: Redefinindo o Software, Desafiando os Líderes do Mercado

Por que praticamente todas as empresas de software, desde hiperescaladores até provedores de SaaS, estão correndo para desenvolver uma estratégia baseada em agentes? Porque ela promete redefinir a interação com o usuário e o valor do software. Como disse o CEO da Microsoft, Satya Nadella, tecnologias como o Copilot “mudam fundamentalmente a forma como nos relacionamos com a computação”, atuando como orquestradores.  

Vemos isso acontecendo rapidamente:

  • O ecossistema Copilot da Microsoft: A ampla implantação do Microsoft 365 Copilot no Word, Excel e Teams não se resume apenas à incorporação de Features generativas; trata-se de permitir que os usuários deleguem tarefas como “Resumir e-mails não lidos do Projeto Phoenix e sinalizar itens de ação” ou “Analisar os dados de vendas do 4º trimestre nesta planilha do Excel e criar um resumo no PowerPoint”. O recente lançamento do GitHub Copilot Workspace visa explicitamente isso, com o objetivo de conduzir as solicitações dos desenvolvedores desde a descrição do problema até o pull request testado, com intervenção mínima.  
  • Integrações “Agentic” do Google: O Google continua a integrar o Gemini cada vez mais profundamente ao Workspace, possibilitando ações complexas entre aplicativos. A evolução dos resumos de IA na Pesquisa sugere um futuro em que a Pesquisa não se limitará a fornecer links, mas realizará ações ou tarefas complexas de pesquisa diretamente.  
  • Salesforce, Service Now, Adobe: essas plataformas estão integrando recursos de inteligência artificial (como o Salesforce Einstein Copilot ou o Now Assist da Service Now) para automatizar fluxos de trabalho complexos de CRM, gerenciamento de serviços de TI e criação, permitindo que os usuários interajam por meio de comandos em linguagem natural, em vez de interfaces de usuário complexas.  
  • Startups: Empresas como a Adept AI, que se dedicam a ensinar a IA a utilizar interfaces de software já existentes, destacam a ambição de criar agentes universais, atraindo um interesse significativo por parte do capital de risco ao longo de 2024.  

Essa tendência ameaça abalar os modelos de software já estabelecidos. Se os usuários puderem alcançar resultados complexos por meio de agentes conversacionais integrados a aplicativos tradicionais, a interface do usuário e o conjunto de recursos do aplicativo subjacente se tornam menos essenciais. As empresas já estabelecidas precisam se adaptar ou correm o risco de serem deixadas para trás.

Reestruturando a Proteção de Dados: Rumo à Resiliência Cibernética Autônoma

O setor de proteção de dados, diante de ameaças cibernéticas cada vez mais graves, como os sofisticados ataques de ransomware em várias etapas observados com frequência crescente no final de 2024, precisa urgentemente dos recursos proativos que a IA agentiva promete:

  • Defesa proativa além da detecção de anomalias: a IA atual sinaliza anomalias, mas os sistemas baseados em agentes poderiam ir além. Imagine um agente que detecta padrões de reconhecimento de ransomware, cria instantaneamente, de forma autônoma, snapshots de máquinas virtuais críticas por meio da plataforma de backup, verifica a integridade dos snapshots e isola terminais suspeitos antes que a criptografia comece — reduzindo drasticamente o alcance do ataque.
  • Recovery inteligente e sensível ao contexto: em vez de planos de Recovery rígidos, um agente poderia analisar o escopo de um ataque (por exemplo, usando feeds de inteligência de ameaças via API), identificar os pontos de Recovery mais seguros em vários sistemas, orquestrar a restauração usando a infraestrutura de backup, realizar verificações automatizadas de validação de dados e até mesmo gerar relatórios pós-incidente.  
  • Otimização dinâmica de políticas: os agentes poderiam analisar exigências de conformidade em constante evolução (como atualizações das normas do GDPR ou da CCPA) ou lacunas de proteção identificadas e ajustar automaticamente as políticas de backup, as frequências e as configurações de retenção, mantendo um alinhamento contínuo sem a necessidade de intervenção manual.  

Commvault, Arlie e o futuro: estruturas agentivas para a resiliência dos dados

Para acompanhar essa evolução, é necessária uma plataforma de resiliência de dados projetada para um mundo impulsionado pela IA. Na Commvault, nossa copiloto de IA, Arlie, já utiliza a IA para fornecer insights e otimizar as operações. Mas nossa visão vai além, visando viabilizar as Agentic Fabrics.  

Esse conceito prevê uma arquitetura inteligente e interconectada, na qual agentes de IA, orientados pelo Arlie, operam e se coordenam de forma autônoma em todo o seu ambiente híbrido de dados. Não se trata apenas de um único assistente, mas de uma rede de agentes especializados que trabalham em conjunto:

  • Um agente responsável pelo monitoramento da postura de segurança pode detectar uma ameaça e notificar outro agente por meio do Arlie para proteger instantaneamente os backups relevantes.
  • Seguindo a intenção do usuário (“Recuperar o banco de dados do CRM para o estado em que se encontrava antes da atividade suspeita de ontem”), o Arlie poderia orientar os agentes a coordenar a complexa restauração entre servidores de aplicativos, bancos de dados e armazenamento em nuvem, confirmando a integridade dos dados após a recuperação.
  • Os agentes poderiam identificar proativamente oportunidades de redução de custos ao analisar padrões de uso de dados e migrar automaticamente os dados inativos para camadas de armazenamento mais econômicas, com base nas metas definidas nas políticas.

O Agentic Fabric representa a próxima evolução na arquitetura inteligente – um ecossistema coordenado no qual agentes de IA operam de forma autônoma, mas colaborativa, em todo o seu ambiente de dados. Não se trata apenas de implantar assistentes isolados; trata-se de criar uma rede interconectada de agentes especializados que se comunicam e se coordenam de maneira integrada:

  • Os agentes de segurança podem detectar ameaças instantaneamente e acionar medidas de proteção por meio de outros agentes especializados, sem intervenção humana.
  • Os processos de Recovery podem seguir a intenção expressa em linguagem natural (“Restaurar nossos sistemas ao estado anterior à violação”) ao mesmo tempo em que orquestram fluxos de trabalho técnicos complexos em ambientes híbridos.
  • A otimização de recursos torna-se um processo contínuo, à medida que os agentes identificam proativamente formas de aumentar a eficiência e as implementam de acordo com as políticas definidas pela empresa.

Essa mudança em direção à IA Agente exige que as organizações reconsiderem três dimensões críticas: sua arquitetura de dados (para permitir que ela ofereça suporte a operações autônomas, porém seguras, dos agentes), suas estruturas de governança (para estabelecer limites adequados para as ações dos agentes) e suas estratégias de resiliência (aproveitando os agentes para antecipar ameaças, em vez de apenas responder a elas). As organizações que adotarem esse paradigma não obterão apenas ganhos incrementais de eficiência — elas transformarão fundamentalmente a maneira como protegem, gerenciam e aproveitam seus ativos de dados.

À medida que o cenário digital se torna cada vez mais complexo e os vetores de ameaças se multiplicam exponencialmente, a pergunta se torna inevitável: sua organização está se preparando para um mundo em que a IA não apenas auxilia sua equipe, mas também protege ativamente seus ativos mais valiosos? A revolução dos agentes não está se aproximando — ela já está remodelando a tecnologia empresarial. Você está pronto para evoluir junto com ela?

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Avanços revolucionários — desde a nuvem até GPUs extremamente potentes, passando por arquiteturas Transformer e grandes modelos de linguagem — expandiram enormemente os limites da IA, alimentando o otimismo, a experimentação e a corrida para investir e implementar soluções de IA. Infelizmente, esse entusiasmo não só tem gerado resultados mistos, como também introduziu mais riscos à segurança, à resiliência e à sustentabilidade de longo prazo das organizações.

Como todas as inovações, os sistemas de IA trazem novas vulnerabilidades, vetores de ameaça e variáveis que podem torná-lo mais suscetível e comprometer sua integridade, confidencialidade e disponibilidade. Nosso white paper “Uma Abordagem Pragmática e Resiliente à IA” irá ajudá-lo a desenvolver uma estratégia abrangente para enfrentar esses desafios.

Os invasores podem usar a IA para criar malware ou ataques sofisticados de phishing que têm como alvo seus funcionários e penetram na sua organização. Ou podem atacar especificamente seus sistemas de IA por meio de um ambiente de hardware dedicado, tentar roubar seus modelos proprietários de IA ou usar o “envenenamento de dados” para manipular dados de treinamento com fins maliciosos.

Esses ataques cibernéticos impulsionados por IA, de baixo risco e alto retorno, estão se tornando cada vez mais numerosos e sofisticados, e isso ocorre à medida que as medidas de segurança cibernética se tornam mais caras para atualizar e implementar. O custo e a complexidade são agravados pelo fato de que os dados e as cargas de trabalho de IA abrangem vários sistemas, nuvens e aplicativos.

Para garantir a segurança e a continuidade dos negócios, é necessário adotar uma estratégia e uma plataforma abrangentes de resiliência cibernética que abranjam tanto a profundidade dos seus sistemas de dados de IA quanto a amplitude dessas novas cargas de trabalho. Você precisa de uma solução que detecte proativamente anomalias, neutralize ameaças e ajude a retomar as operações mais rapidamente por meio de melhores recursos de planejamento, testes e Recovery.

Essa abordagem à resiliência conta com os recursos mais recentes de IA para reduzir drasticamente o tempo de recuperação. Desde o aprimoramento da inteligência contra ameaças e a antecipação de riscos até a automação e orquestração das recuperações, a IA não apenas responde a um ataque, mas também se adapta e aprende em tempo real. Por exemplo, a plataforma de resiliência cibernética da Commvault utiliza algoritmos de IA atualmente para:

  • Identifique e priorize pontos de recuperação válidos para uma recuperação automatizada e rápida dos dados. 
  • Localize informações confidenciais, identifique ativos em risco e mapeie configurações de rede, interdependências e metadados em um ambiente híbrido ou multicloud.
  • Identifique os riscos, a conformidade e as análises forenses que devem ser rastreáveis e passíveis de ação, a fim de ajudá-lo a cumprir os requisitos regulatórios e de risco estabelecidos pelo conselho administrativo.
  • Aprimorar nossa experiência de suporte, oferecendo recursos automatizados de autoatendimento e resolução de problemas para os clientes.

Desde a criação de manuais de operações automatizados – passando pelo uso da automação para elaborar planos de Recovery – até a implantação de chatbots sofisticados, a IA é a base para um paradigma de resiliência totalmente novo. Nosso white paper “Uma Abordagem Pragmática e Resiliente à IA” foi elaborado para ajudá-lo a ser mais resiliente em um mundo impulsionado pela IA.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Aqui na Commvault, estamos empenhados em construir uma cultura de comunidade e pertencimento.

Durante todo o mês de março, comemoramos o Mês da História da Mulher e homenageamos as contribuições, conquistas e resiliência das mulheres – tanto do passado quanto do presente. Aqui está um resumo de como nos unimos, como comunidade global do Vaulter, no mês passado para celebrar as mulheres em nossas vidas.

Demos início às nossas comemorações com um animado bate-papo informal com nossa diretora de marketing, Anna Griffin, e May Habib, CEO e cofundadora da plataforma de IA generativa Writer, que teve como foco a importância da igualdade de gênero por ocasião do Dia Internacional da Mulher (DIM).

O tema global deste ano foi #AccelerateAction, que destaca a importância de tomar medidas rápidas e decisivas para alcançar a igualdade de gênero. Para demonstrar nossa força, compartilhamos fotos fazendo a pose oficial do Dia Internacional da Mulher. Confira este blog para saber mais sobre como comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Além disso, nossas líderes também compartilharam como aceleram a ação a cada dia em suas funções — assista aos vídeos abaixo.

Acelerando a ação com Anna Griffin e Jen DiRico

Acelerando a ação com Danielle Sheer e Martha Delehanty

Acelerando a ação com Ha Hoang

Ao longo do mês, realizamos quatro círculos “Lean In” como projeto-piloto para empoderar as mulheres da Commvault a liderar e enfrentar novos desafios. Esse programa oferece a oportunidade de se conectar, fazer networking e discutir o desenvolvimento de liderança por meio de um currículo de liderança de nível internacional, aliado a orientações e apoio regulares entre colegas. Também organizamos diversas sessões de bem-estar sobre temas como segurança financeira, ioga e meditação, e saúde reprodutiva.

Para encerrar o mês, nesta semana nossos Grupos de Participação de Funcionários (ERGs) “Mulheres na Tecnologia” e “Multicultura” promoveram uma conversa corajosa com a convidada especial Jenny Jing Zhu, presidente da Lush Décor e fundadora da Dream Weavers Foundation. Jenny compartilhou sua trajetória de desafiar as expectativas culturais, trilhar o caminho do empreendedorismo e construir a Lush Décor do zero, além de como ela expandiu a empresa para uma receita de mais de US$ 100 milhões e fundou a Dream Weavers Foundation, uma iniciativa orientada por uma missão que empodera mulheres a sonhar além de suas circunstâncias.

Continuamos a apoiar e valorizar as mulheres da Commvault todos os dias. Clique aqui para saber mais sobre nossa cultura na Commvault e nosso compromisso com a comunidade e o senso de pertencimento.

 

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

O Microsoft Active Directory (AD) é a base da maioria das redes de TI corporativas, fornecendo autenticação e autorização essenciais para aplicativos e recursos críticos para os negócios. Seu papel central também o torna um alvo principal para invasores que buscam comprometer as empresas ou, em alguns casos, derrubar toda a rede. Quando o AD fica fora do ar, as atividades da empresa ficam paralisadas. Você está preparado para o pior cenário possível?

Hoje, temos o prazer de anunciar o lançamento geral do Commvault Cloud Backup and Recovery for Active Directory Enterprise Edition, que oferece recuperação completa e automatizada de florestas do Active Directory, permitindo a restauração rápida da floresta do Active Directory para ajudar a manter a continuidade dos negócios.

AD Recovery é fundamental para a continuidade dos negócios

O AD é o centro de autenticação e serviços seguros, e sua capacidade de recuperação é fundamental diante de interrupções ou ataques de ransomware. Aplicativos, sistemas de arquivos, serviços de e-mail e bancos de dados dependem do AD para uma autenticação adequada e um controle seguro do acesso dos usuários; portanto, quando o AD é danificado ou fica completamente fora do ar, os aplicativos e serviços essenciais que ele suporta ficam inacessíveis.

Considere o impacto: os funcionários do banco não conseguem acessar as contas dos clientes. Médicos e enfermeiros não conseguem acessar os prontuários médicos. Programadores e desenvolvedores não conseguem publicar códigos. As equipes não conseguem colaborar nem se comunicar por chat para realizar o trabalho.

Sem o AD, a empresa não consegue continuar operando. Os cibercriminosos sabem disso, e é por isso que fazem do AD um alvo principal em 9 de cada 10 ataques cibernéticos. Quando ocorre um desastre, a recuperação do AD é vital, mas, tradicionalmente, tem sido muito difícil de realizar, exigindo processos manuais complexos e demorados.

Como os ransomwares têm cada vez mais como alvo a infraestrutura crítica de identidade, é essencial contar com um plano de Recovery bem documentado e testado com frequência para restaurar e reconstruir todo o seu ambiente do Active Directory, levando-o de volta ao estado em que se encontrava antes do ataque.  

As complexidades da recuperação florestal em áreas de desmatamento

A Microsoft fornece orientações prescritivas sobre como reconstruir uma floresta inteira do Active Directory após um desastre catastrófico em seu Guia de Recovery da Floresta do Active Directory. Devido à natureza complexa do Active Directory, os elementos envolvidos em uma recuperação completa da floresta são rígidos, prescritivos, demorados e altamente suscetíveis a erros humanos. Dependendo da complexidade da sua arquitetura do Active Directory, o processo pode envolver de 50 a 100 tarefas, ou até mais.

Devido à natureza distribuída e à arquitetura multimestre do AD, sua restauração exige uma coordenação meticulosa. Não é possível simplesmente restaurar os controladores de domínio a partir do backup e dar o trabalho por encerrado. Existem dezenas de etapas complexas de limpeza que precisam ser executadas nos controladores de domínio recuperados e no próprio AD, em momentos muito específicos ao longo da Recovery da floresta. Se essas etapas não forem seguidas corretamente, existe o risco de introduzir novas corrupções ou inconsistências no ambiente recuperado, o que pode ser muito difícil, se não impossível, de resolver.

Depender de um plano manual de recuperação de desastres ou de ataques cibernéticos e de ferramentas prontas para uso pode significar que a restauração de toda uma floresta do AD leve dias. Em caso de desastre, o tempo é essencial, e quanto mais tempo for necessário para restaurar os componentes do AD ao estado operacional, maior será o impacto nos negócios.

Automatize e acelere a Recovery do AD com o Commvault Cloud

O Commvault Cloud Backup and Recovery for AD Enterprise Edition oferece um novo nível de resiliência ao AD, permitindo a recuperação automatizada e rápida da floresta do Active Directory para um estado anterior ao ataque. Essa automação elimina processos manuais lentos e propensos a erros, reduzindo o risco de falhas e acelerando os tempos de recuperação. Veja como funciona:

  • Facilite a recuperação do AD por meio de runbooks automatizados: os runbooks automatizados de recuperação de floresta orquestram o processo de várias etapas necessário para a recuperação da floresta do AD, incluindo as tarefas essenciais de manutenção do AD necessárias para verificar a consistência no diretório recuperado, como a atribuição de funções FSMO e o ajuste do conjunto de RIDs. Esses runbooks também podem ser usados para testes regulares em ambientes que não sejam de produção, a fim de aprimorar a Readiness cibernética.
  • Permita a recuperação rápida da infraestrutura mais importante do AD: as visualizações topológicas do seu ambiente do AD permitem identificar de forma simples e rápida quais controladores de domínio devem ser restaurados primeiro e como devem ser recuperados, a fim de acelerar a disponibilidade dos serviços do AD.
  • Acompanhe o andamento da recuperação com visualizações passo a passo do manual de procedimentos: as visualizações prescritivas do manual de procedimentos do processo de recuperação oferecem total transparência e controle detalhado, permitindo que você adapte facilmente o fluxo de trabalho ao seu ambiente. Durante a recuperação, você tem visibilidade total sobre em que etapa do processo se encontra e quanto tempo levará para que o AD volte a ficar online.
  • Acelere os tempos de recuperação e aumente a resiliência: a recuperação manual de uma floresta do AD pode levar dias ou até semanas para ser concluída, mas, com a Commvault, é possível recuperá-la em uma fração desse tempo. O Commvault Cloud integra a recuperação da floresta do AD à recuperação granular tanto do AD quanto do Entra ID, oferecendo proteção abrangente. 

Leve sua proteção contra anúncios a um novo patamar

O Commvault Cloud Backup and Recovery para AD Enterprise Edition já está disponível, oferecendo proteção, Recovery e resiliência cibernética para o seu ambiente AD. Acesse a página da solução AD para saber mais ou experimente a solução em primeira mão por meio de nossa demonstração interativa. Veja por si mesmo como a Commvault pode aprimorar sua estratégia de proteção do AD.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

A rápida evolução das variantes de ransomware, das táticas de engenharia social e dos ataques baseados em inteligência artificial pode fazer com que a resiliência cibernética pareça uma batalha impossível. Mas a segurança cibernética vai além de tentar ser mais esperto que os invasores. Embora seja verdade que ameaças mais sofisticadas exijam defesas mais avançadas, também existem medidas surpreendentemente simples que você pode adotar para reduzir significativamente o seu risco.

Neste blog, exploraremos quatro práticas recomendadas de proteção de dados fáceis de implementar, seu papel em uma estratégia de defesa cibernética em várias camadas e como a Commvault ajuda os clientes a colocá-las em prática.

1. Implantar imagens pré-protegidas.

Mesmo a fechadura mais resistente não adianta nada se você deixar as janelas abertas. Nada menos que 23% dos ataques à infraestrutura em nuvem envolvem vulnerabilidades comuns de configuração, como políticas de rede excessivamente permissivas, serviços e portas desnecessários e protocolos não seguros. Corrija essas falhas e você já terá feito uma grande diferença para a segurança da sua superfície de ataque.

Por que tantas empresas deixam vulnerabilidades comumente exploradas em seus ambientes de nuvem? Muitas vezes, elas simplesmente estão agindo com tanta pressa que não conseguem garantir que as imagens que implantam estejam seguras. Mas a Commvault pode ajudar a cuidar dessa etapa para elas.

A Commvault Cloud Platform está disponível em imagens pré-fortificadas, configuradas de acordo com os padrões de referência do Center for Internet Security (CIS). Essas práticas recomendadas integradas ajudam a reduzir vulnerabilidades ao:

  • Alterar as configurações padrão do software, como políticas de senha, configurações de bloqueio de conta e níveis de registro, para priorizar a segurança.
  • Desativar protocolos desatualizados ou inseguros, como SMBv1, SSLv3 e a cifra RC4.
  • Desativar serviços desnecessários e fechar portas não utilizadas em sistemas operacionais e aplicativos.
  • Remover shells que possam servir como porta de entrada para que invasores executem códigos maliciosos.

Além dessas imagens do CIS preparadas para novas implantações, a Commvault também pode fornecer scripts para que os clientes validem e reforcem as configurações de seus ambientes existentes. Ao eliminar vulnerabilidades comuns decorrentes de configurações incorretas, ajudamos a evitar que brechas de segurança convidem ataques.

2. Proteja o Active Directory.

Como centro de controle central para acesso e autorização em toda a sua rede, o Active Directory (AD) é tanto um alvo privilegiado de ataques quanto um vetor de ataque letal. Para os invasores, invadir o AD é como roubar o cartão de acesso do seu prédio, permitindo que eles se movimentem silenciosamente pelo seu ambiente, elevem privilégios para aplicativos e dados críticos e estabeleçam uma base para controlar os ativos da sua empresa. Eles também podem bloquear o acesso de usuários legítimos, paralisando suas operações. Para bloquear essas táticas, é preciso proteger os dados do AD e reverter quaisquer alterações que eles consigam fazer.

A Commvault pode ajudá-lo a proteger o AD contra ataques, garantindo a segurança de seus objetos de política de grupo, usuários, grupos, políticas de acesso condicional, funções e muito mais. Se alguma alteração prejudicial for feita — seja intencionalmente por invasores ou por engano por seus próprios administradores —, você poderá recuperar rapidamente quaisquer objetos excluídos ou restaurar atributos sobrescritos. Para simplificar, também oferecemos a granularidade necessária para reverter apenas os atributos dos objetos que lhe interessam, sem a necessidade de fazer uma restauração completa do AD. No entanto, se você precisar restaurar todo o ambiente do AD, também facilitamos esse processo.

3. Mantenha os backups fora do alcance do ransomware.

Praticamente todos os ataques de ransomware também têm como alvo a infraestrutura de backup. Afinal, se as organizações puderem simplesmente restaurar seus ativos comprometidos, o ataque inicial fracassa — não há necessidade de resgate, nem ganho para os invasores. Isso faz com que backups frequentes e seguros sejam a solução definitiva para a defesa contra ransomware. 

Existem muitas maneiras de proteger backups, mas o “air gap” se destaca como uma medida excepcionalmente elegante e eficaz. É simples: se não for possível acessar seus backups nem de dentro nem de fora da sua organização, não há como os invasores chegarem até eles para manipulá-los ou excluí-los. Mesmo que todas as suas outras defesas falhem e seus dados primários sejam criptografados ou excluídos, você poderá se recuperar rapidamente e voltar ao trabalho.

A Commvault possibilita o air gap por meio da nossa solução Commvault AirGap. Armazenamos uma cópia secundária à prova de adulterações de seus backups, em um formato imutável, em um armazenamento em nuvem seguro e isolado. Não importa o que aconteça na rede corporativa, você ainda terá uma cópia limpa e não infectada do seu ambiente de produção para restaurar. Isso é uma vitória para você e uma derrota para os invasores.

4. Exigir autorização de várias pessoas.

A maioria das empresas já utiliza a autenticação multifatorial (MFA) para impedir o acesso não autorizado, como de fato deveria. Mas, no atual cenário de ameaças graves, algumas situações — como a exclusão de um backup ou a autorização de uma solicitação de restauração — exigem níveis ainda mais elevados de rigor.

A autorização por múltiplas pessoas vai além da MFA, exigindo não apenas uma segunda prova de identidade da mesma pessoa, mas a aprovação de uma pessoa totalmente diferente – ou até mesmo de várias pessoas. Dessa forma, mesmo que os invasores obtenham o controle de vários fatores de autenticação, como comprometer tanto a conta de um usuário quanto seu dispositivo, eles ainda não estarão em posição de agir. O mesmo vale para um colaborador mal-intencionado: com a exigência de aprovações adicionais, um funcionário desonesto não consegue realizar um ataque sozinho. 

As soluções da Commvault permitem que os clientes implementem fluxos de trabalho de autorização envolvendo várias pessoas para uma ampla gama de tarefas que podem ser consideradas destrutivas, incluindo:

  • Interromper um processo de backup de um sistema, servidor ou compartilhamento de arquivos.
  • Excluir ou restaurar um backup.
  • Remover a autorização de um agente ou conjunto de backup.

Os administradores podem configurar o número de aprovadores, grupos de usuários e usuários específicos necessários para autorizar tarefas específicas.

Se você ainda não está aplicando todas essas quatro medidas, deveria fazê-lo. Nunca afirmaríamos que elas constituem uma estratégia abrangente de defesa cibernética — você ainda precisará realizar todas as outras ações, desde a análise de inteligência de ameaças e o gerenciamento de vulnerabilidades até a implantação de sua infraestrutura de segurança. Mas, quando medidas tão simples podem reduzir significativamente o seu risco, a única questão a se considerar é em quanto tempo você pode começar.

Saiba mais sobre como o Commvault Cloud pode ajudá-lo a proteger sua rede contra ataques cibernéticos por meio de uma estratégia de defesa em várias camadas.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Com o Dia Internacional da Mulher se aproximando, em 8 de março, estamos muito animados em celebrar as mulheres incríveis da Commvault. O tema global deste ano, #AccelerateAction, é um fator-chave que impulsiona os esforços do nosso Grupo de Recursos para Funcionários “Mulheres na Tecnologia” ao longo do ano. Essas mulheres, juntamente com seus aliados, trabalham em conjunto para valorizar, promover e celebrar o impacto significativo que as mulheres da Commvault têm sobre nossa inovação e nosso crescimento.  

Em comemoração ao Mês da História da Mulher de 2025 e ao Dia Internacional da Mulher, realizamos recentemente uma conversa informal virtual com nossa diretora de marketing, Anna Griffin, e a CEO e cofundadora da Writer, May Habib. 

Foi incrível ouvir a perspectiva de May sobre ser mulher no setor de tecnologia e sua trajetória até o lançamento do Writer, uma plataforma de IA generativa full-stack voltada para empresas. May recebeu diversos reconhecimentos, incluindo a lista “Forbes AI 50” de 2023, o Prêmio Fundadora do Ano 2023 da Inc. e uma merecida vaga entre os Jovens Líderes Globais de 2024 do Fórum Econômico Mundial. Ficamos honrados em ter May conosco e em ouvir suas valiosas reflexões.

E, para dar continuidade à nossa comemoração, vamos realizar quatro “Lean-In Circles” liderados por Saadia Ali (Consultora Jurídica Corporativa), Jagruti Dadia (Designer Sênior), Saira Banu (Diretora de Tecnologia de Negócios) e Madhulika Karan (Diretora de Serviços Profissionais), com o objetivo de capacitar as mulheres da Commvault para liderar e enfrentar novos desafios. Este programa oferece tanto a homens quanto a mulheres a oportunidade de se conectar, estabelecer contatos e discutir o desenvolvimento de liderança por meio de um currículo de liderança de nível internacional, combinado com orientação e apoio regulares entre colegas.

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, convido vocês a refletirem sobre como VOCÊS podem #AccelerateAction junto às pessoas ao seu redor. E a todas as mulheres incrivelmente inspiradoras e talentosas da Commvault – obrigado por continuarem causando impacto todos os dias.  

Clique aqui para saber mais sobre como é trabalhar na Commvault. 

https://play.vidyard.com/7G7bfp44N9Bq5xoc83GNXD

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Fatos

Em 20 de fevereiro de 2025, a Microsoft nos notificou sobre uma atividade não autorizada em nosso ambiente do Azure, supostamente realizada por um agente de ameaça ligado a um Estado-nação. Ativamos imediatamente nosso plano de resposta a incidentes com a ajuda de especialistas renomados em segurança cibernética e das autoridades policiais.

Nossa investigação confirmou que o acesso não autorizado afetou um pequeno número de clientes, e entramos em contato com eles imediatamente para oferecer assistência. Nossa investigação também confirmou que não houve acesso não autorizado a nenhum dado protegido pela Commvault para nenhum cliente, nem qualquer impacto nas operações comerciais da Commvault ou na capacidade de fornecer nossos produtos e serviços.

Medida adotada

Nossa investigação forense revelou que o autor da ameaça explorou uma vulnerabilidade de dia zero, que já foi corrigida, e recomendamos que nossos clientes de software façam o mesmo. Além disso, substituímos as credenciais afetadas, continuamos a fortalecer ainda mais nossas defesas e colaboramos com as autoridades policiais.

Trabalhando juntos

Nenhuma empresa está imune a um ataque. Acreditamos que compartilhar informações e trabalhar em conjunto nos torna a todos mais resilientes. Agradecemos à Microsoft pela notificação que nos enviou, aos nossos especialistas em segurança cibernética pela parceria de confiança e aos nossos clientes pela prontidão e resiliência.

Para mais informações, os clientes podem entrar em contato com a equipe de suporte da Commvault por meio do nosso portal em https://support.commvault.com.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Para as organizações da área da saúde, proteger as informações confidenciais dos pacientes é fundamental. À medida que dependemos cada vez mais de sistemas digitais para armazenar, processar e transmitir informações de saúde protegidas (PHI), medidas de segurança criptográficas adequadas tornaram-se essenciais. É aí que entra em cena a Norma Federal de Processamento de Informações (FIPS) 140-2.

O que é a norma FIPS 140-2?

A FIPS 140-2 é uma norma de segurança do governo dos Estados Unidos que especifica os requisitos para módulos criptográficos utilizados na proteção de informações confidenciais. Publicada pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), essa norma estabelece requisitos específicos de segurança que devem ser atendidos pelos módulos criptográficos para garantir a confidencialidade e a integridade das informações que protegem.

Para organizações da área da saúde que lidam com dados confidenciais de pacientes, a norma FIPS 140-2 oferece uma estrutura para a implementação de proteções criptográficas robustas, em conformidade com os requisitos da Regra de Segurança da Lei de Portabilidade e Responsabilidade em Seguros de Saúde (HIPAA) para a proteção de informações eletrônicas de saúde protegidas (ePHI). Saiba mais sobre as atualizações propostas para essa regra em nosso blog “A receita para a resiliência cibernética na área da saúde”.

Principais features da norma FIPS 140-2

Quatro níveis de segurança

A norma FIPS 140-2 adota uma abordagem em camadas para a segurança, com quatro níveis distintos que oferecem proteção cada vez mais robusta:

  1. Nível 1: Requer equipamentos de nível de produção e, pelo menos, um algoritmo ou função de segurança aprovada. Não há exigência de mecanismos específicos de segurança física além dos componentes básicos de nível de produção.
  1. Nível 2: Incorpora mecanismos de segurança física, como revestimentos ou selos que indicam violação, ou fechaduras resistentes a arrombamento, e exige autenticação baseada em funções.
  1. Nível 3: Reforça a segurança física por meio de medidas destinadas a detectar e responder a tentativas de acesso físico ou modificação. Impede que um invasor obtenha acesso a parâmetros críticos de segurança armazenados no módulo e inclui autenticação baseada em identidade.
  1. Nível 4: Oferece proteção completa ao redor do módulo criptográfico, com o objetivo de detectar e responder a todas as tentativas de acesso físico não autorizado. Os módulos de Nível 4 podem operar em ambientes sem proteção física.

A maioria das organizações da área da saúde costuma implementar proteção de Nível 2 ou Nível 3, equilibrando as necessidades de segurança com a praticidade operacional.

Especificação do Módulo Criptográfico

A norma FIPS 140-2 exige documentação detalhada do módulo criptográfico, incluindo portas e interfaces do módulo; operações manuais; projeto físico; componentes de hardware, software e firmware; e funções de segurança. Essa documentação abrangente proporciona transparência sobre como os dados confidenciais são protegidos e permite avaliações de segurança minuciosas.

Algoritmos aprovados

A norma FIPS 140-2 exige o uso de algoritmos criptográficos validados, incluindo:

  • Criptografia de chave simétrica: AES, Triple DES
  • Criptografia de chave assimétrica: RSA, DSA, ECDSA
  • Hash seguro: SHA-256, SHA-384, SHA-512
  • Autenticação de mensagens: HMAC, CMAC

O uso exclusivo de algoritmos validados garante que as implementações criptográficas atendam aos requisitos mínimos de segurança e não tenham sido comprometidas por vulnerabilidades conhecidas.

Gerenciamento de Chaves

O gerenciamento adequado de chaves é fundamental para manter a segurança criptográfica. A norma FIPS 140-2 especifica requisitos para geração, estabelecimento, entrada e saída, armazenamento e zeragem (exclusão segura) de chaves. Para organizações da área da saúde, o gerenciamento adequado de chaves ajuda a manter a eficácia da criptografia e evita que chaves comprometidas levem a violações de dados.

Autoavaliação

A norma FIPS 140-2 exige que os módulos criptográficos realizem autotestes para validar se estão funcionando corretamente. Isso inclui testes de inicialização executados automaticamente, testes condicionais realizados quando funções específicas são acionadas e testes contínuos do gerador de números aleatórios. Esses requisitos de teste ajudam a manter a confiabilidade contínua das proteções criptográficas.

A importância da conformidade com a norma FIPS 140-2 no setor de saúde

Embora a HIPAA não exija explicitamente a conformidade com a norma FIPS 140-2, a Regra de Segurança da HIPAA exige medidas adequadas para garantir a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade das ePHI. A norma FIPS 140-2 constitui um padrão reconhecido que atende a muitos dos requisitos de criptografia da HIPAA.

Além disso, outras regulamentações que afetam as organizações da área da saúde — como a Lei Federal de Gestão da Segurança da Informação (FISMA) — podem exigir explicitamente a conformidade com a norma FIPS 140-2 para órgãos federais e seus contratados, o que pode incluir prestadores de serviços de saúde que trabalham com o Medicare, o Medicaid ou a Administração de Veteranos.

Mitigação de riscos

Vazamentos de dados na área da saúde podem ser catastróficos, tanto para os pacientes cuja privacidade é comprometida quanto para as organizações que enfrentam penalidades financeiras, custos de correção e danos à reputação. A conformidade com a norma FIPS 140-2 reduz significativamente o risco de vazamentos decorrentes de falhas criptográficas, ao confirmar:

  • As implementações criptográficas seguem as melhores práticas comprovadas.
  • As vulnerabilidades de segurança são identificadas e corrigidas.
  • Os métodos de criptografia são capazes de resistir a ataques sofisticados.
Confiança do paciente

Além dos requisitos regulatórios, a implementação de medidas robustas de proteção de dados demonstra um compromisso com a privacidade dos pacientes. Quando as organizações da área da saúde conseguem garantir aos pacientes que suas informações confidenciais estão protegidas por padrões de segurança validados pelo governo, isso gera confiança em um mundo cada vez mais preocupado com a privacidade.

Avaliação de fornecedores

A certificação FIPS 140-2 oferece um parâmetro claro para a avaliação de fornecedores de tecnologia. Ao selecionar sistemas que irão processar ou armazenar ePHI, as organizações da área da saúde podem utilizar a conformidade com a norma FIPS 140-2 como um critério fundamental, simplificando o processo de avaliação de fornecedores e garantindo que os requisitos básicos de segurança sejam atendidos.

Como a Commvault garante a conformidade com a norma FIPS 140-2

A plataforma abrangente de gerenciamento de dados da Commvault oferece suporte robusto para organizações do setor de saúde que buscam a conformidade com a norma FIPS 140-2 por meio de vários recursos essenciais:

Módulos criptográficos validados pela FIPS

A Commvault incorpora módulos criptográficos que foram validados no âmbito do Programa de Validação de Módulos Criptográficos (CMVP) do NIST. Esses módulos foram submetidos a testes rigorosos por laboratórios credenciados pelo NIST para verificar sua conformidade com os requisitos da norma FIPS 140-2, oferecendo às organizações da área da saúde a garantia de que suas medidas de proteção de dados atendem aos padrões federais.

Criptografia de ponta a ponta

A Commvault oferece recursos abrangentes de criptografia que protegem os dados da área da saúde ao longo de todo o seu ciclo de vida:

  • Criptografia durante a transmissão: Todas as transferências de dados entre os componentes da Commvault utilizam o TLS 1.2 ou versão superior, com algoritmos de criptografia aprovados pela FIPS, protegendo as informações confidenciais da área da saúde durante a transmissão.
  • Criptografia em repouso: a Commvault protege os dados da área da saúde armazenados por meio da criptografia AES-256 aprovada pela FIPS, protegendo backups, arquivos e outros repositórios de dados contra acesso não autorizado.
  • Criptografia no lado do cliente: os dados podem ser criptografados antes de saírem do sistema de origem, de modo que permaneçam protegidos durante todo o processo de Backup and Recovery.
Gerenciamento seguro de chaves

O sistema integrado de gerenciamento de chaves da Commvault está em conformidade com os requisitos da norma FIPS 140-2 para o manuseio seguro de chaves:

  • Gerenciamento centralizado de chaves: as chaves de criptografia são gerenciadas por meio de um sistema centralizado, orientado por políticas, que mantém controles de acesso rigorosos.
  • Rotação de chaves: os recursos automatizados de rotação de chaves permitem que as organizações do setor da saúde atualizem periodicamente as chaves de criptografia sem interromper as operações, seguindo as melhores práticas de criptografia.
  • Armazenamento seguro de chaves: as chaves de criptografia são armazenadas com várias camadas de proteção, incluindo a opção de integração com Módulos de Segurança de Hardware externos para maior segurança.
Controles de acesso baseados em identidade

A Commvault implementa mecanismos robustos de autenticação e autorização que estão em conformidade com os requisitos de segurança da norma FIPS 140-2:

  • Controle de acesso baseado em funções: as configurações detalhadas de permissão garantem que apenas o pessoal autorizado tenha acesso a dados confidenciais da área da saúde ou execute operações críticas no sistema.
  • Autenticação multifatorial: o suporte à MFA oferece uma camada adicional de segurança ao acessar o console de gerenciamento ou os dados da Commvault.
  • Registro detalhado de auditoria: registros abrangentes de atividades rastreiam todos os acessos a informações protegidas da área da saúde, auxiliando nas auditorias de conformidade e nas investigações de segurança.
Operação no modo FIPS

A Commvault permite que as organizações da área da saúde ativem o “modo FIPS”, que impõe o uso exclusivo de algoritmos e módulos criptográficos aprovados pela FIPS em todo o ambiente de gerenciamento de dados. Quando o modo FIPS é ativado:

  • Os algoritmos que não estão em conformidade com a norma FIPS estão desativados.
  • São utilizados apenas módulos criptográficos validados.
  • As configurações de segurança são definidas automaticamente para atender aos requisitos da FIPS.

Essa abordagem simplificada à conformidade reduz a carga administrativa sobre as equipes de TI da área da saúde e minimiza o risco de erros de configuração que poderiam comprometer a segurança.

Integração perfeita com sistemas de saúde

A plataforma da Commvault se integra aos principais sistemas de informação da área da saúde, mantendo a conformidade com a norma FIPS 140-2:

  • Proteção do sistema de prontuários eletrônicos de saúde: conectores especializados para os principais sistemas de prontuários eletrônicos de saúde permitem que os dados dos pacientes sejam copiados e recuperados com segurança.
  • Suporte à imagem médica: os recursos de backup atendem à norma internacional Digital Imaging and Communications in Medicine (DICOM) para armazenamento, troca e uso de dados de imagem médica, mantendo a conformidade com os requisitos da HIPAA e da FIPS.
  • Proteção de ambientes virtuais: As organizações da área da saúde que executam aplicativos críticos em ambientes virtualizados podem manter a conformidade com a norma FIPS por meio dos recursos de proteção de máquinas virtuais da Commvault.
Documentação e Relatórios de Conformidade

A Commvault simplifica os requisitos de documentação associados à conformidade com a norma FIPS 140-2:

  • Certificados de validação: Acesso aos certificados de validação FIPS 140-2 para os módulos criptográficos da Commvault.
  • Relatórios de conformidade: Ferramentas integradas de geração de relatórios que documentam o status da criptografia, as atividades de gerenciamento de chaves e outras métricas relacionadas à segurança.
  • Suporte à auditoria: registros e relatórios abrangentes que simplificam o processo de comprovação da conformidade durante auditorias regulatórias.

Implementação da norma FIPS 140-2 em ambientes de saúde

Realização de um inventário

O primeiro passo para a conformidade com a norma FIPS 140-2 é identificar todos os sistemas e aplicativos que processam dados confidenciais da área da saúde. Isso inclui:

  • Sistemas de prontuários eletrônicos (EHR)
  • Sistemas de imagens médicas
  • Sistemas de informação laboratorial
  • Sistemas de faturamento e administrativos
  • Dispositivos móveis utilizados por profissionais de saúde
  • Soluções de backup e armazenamento de dados
Validação de módulos criptográficos

Para cada sistema identificado, determine se ele utiliza módulos criptográficos validados pela norma FIPS 140-2. O NIST mantém uma lista de módulos validados, conhecida como CMVP. Os fornecedores devem ser capazes de apresentar seus certificados de validação FIPS 140-2 e os respectivos números de referência.

Superando as lacunas

Para sistemas que não estão em conformidade com a norma FIPS 140-2, as organizações da área da saúde têm várias opções:

  • Atualize para versões em conformidade com a norma FIPS.
  • Implemente camadas adicionais de criptografia utilizando módulos validados.
  • Substitua os sistemas que não estão em conformidade por alternativas que estejam em conformidade.
  • Solicite isenções caso existam controles compensatórios adequados em vigor.
Documentação e Treinamento

Manter uma documentação abrangente das medidas de conformidade com a norma FIPS 140-2 é essencial tanto para a governança interna quanto para as auditorias regulatórias. Além disso, os funcionários devem receber treinamento sobre a importância da criptografia e do manuseio adequado de dados confidenciais.

Conclusão

A conformidade com a norma FIPS 140-2 representa mais do que apenas um requisito regulatório a ser cumprido — é um componente fundamental de uma estratégia robusta de segurança de dados na área da saúde. Ao implementar proteções criptográficas que atendam a essa norma rigorosa, as organizações da área da saúde podem reduzir significativamente o risco de violações de dados, conquistar a confiança dos pacientes e evitar violações de conformidade que acarretam custos elevados.

À medida que o setor de saúde continua a se digitalizar e as ameaças cibernéticas se tornam cada vez mais sofisticadas, a adesão a padrões de segurança reconhecidos, como o FIPS 140-2, não é mais opcional — trata-se de um aspecto fundamental da prestação responsável de serviços de saúde na era digital.

Ao optar pelas soluções de gerenciamento de dados da Commvault, em conformidade com a norma FIPS 140-2, as instituições de saúde podem proteger com confiança as informações confidenciais dos pacientes e, ao mesmo tempo, simplificar os esforços de conformidade. Nossa abordagem abrangente à proteção de dados não apenas atende aos requisitos regulatórios atuais, mas também fornece uma base para lidar com as mudanças contínuas no cenário de segurança.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Já se passaram quase 30 anos desde que a Lei de Portabilidade e Responsabilidade do Seguro Saúde (HIPAA) entrou em vigor. Entre outras disposições, ela protege os pacientes, impedindo a divulgação de informações médicas confidenciais sem o consentimento deles. Ao longo dos anos, a lei foi atualizada e alterada em resposta às mudanças tecnológicas e à legislação e políticas relacionadas à área da saúde.

No ano passado, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) propôs alterações significativas à Regra de Segurança da HIPAA para reforçar a segurança cibernética dos prontuários eletrônicos (EHR). As mais recentes modificações foram elaboradas em resposta ao aumento da manutenção e transferência de registros eletrônicos, ao aumento do número e da gravidade das violações de segurança, bem como a outras práticas de segurança cibernética e questões relacionadas à aplicação da lei que se alteraram ou surgiram desde a última atualização da regra, em 2013.

Um componente essencial desta proposta determina que as entidades abrangidas estabeleçam procedimentos por escrito para restaurar sistemas de informação eletrônicos críticos e dados no prazo de 72 horas após uma perda. Essa exigência visa permitir que as organizações de saúde recuperem prontamente sistemas e dados essenciais após um incidente de segurança, minimizando assim as interrupções no atendimento aos pacientes e mantendo a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade dos prontuários eletrônicos (EHR).

Saiba mais sobre como a Commvault pode ser utilizada para recuperar rapidamente registros eletrônicos de saúde (EHR), inclusive em ambientes Epic e Meditech.

Aplicação da HIPAA

A fiscalização da HIPAA é de competência do Escritório de Direitos Civis (OCR), vinculado ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS). O OCR é responsável por garantir que os prestadores de serviços de saúde, planos de saúde, centrais de processamento de dados e seus parceiros comerciais cumpram as regras de privacidade, segurança e notificação de violações da HIPAA.

Nos últimos anos, a OCR tem priorizado a aplicação de multas por violações – especialmente aquelas relacionadas à Regra de Segurança da HIPAA. Em 2024, a OCR informou que a fiscalização da HIPAA atingiu níveis quase recordes, com US$ 9,9 milhões arrecadados, incluindo um acordo de US$ 4,75 milhões por múltiplas violações da Regra de Segurança. No entanto, embora o número de ações de fiscalização tenha aumentado, o valor médio das multas diminuiu devido a uma reinterpretação dos níveis de penalidades previstos na Lei HITECH.

Principais mecanismos de fiscalização das novas determinações

Com as novas exigências da Regra de Segurança da HIPAA se aproximando, o OCR garantirá o cumprimento por meio de uma combinação de ações de conscientização, auditorias, investigações e penalidades. A seguir, apresentamos uma descrição detalhada de como esses mecanismos de fiscalização funcionam:

1. Educação e orientação (fase inicial da fiscalização)

A OCR oferece orientação, treinamento e melhores práticas para ajudar as entidades abrangidas e os parceiros comerciais a cumprir as normas da HIPAA. Isso inclui:

  • Perguntas frequentes atualizadas, programas de treinamento e recursos on-line.
  • Colaboração com grupos do setor para esclarecer como as novas exigências de segurança devem ser implementadas.
  • Orientações técnicas sobre Risk Analysis e gestão de riscos (uma área em que se verificam casos frequentes de não conformidade).

Essa etapa permite que as organizações atualizem seus programas de segurança, políticas de gestão de riscos e treinamento da força de trabalho antes do início da aplicação rigorosa das normas.

2. Investigações de conformidade e notificação de violações

O OCR investiga a conformidade em resposta a:

  • Denúncias: As pessoas podem denunciar violações da HIPAA, o que dá início a investigações do OCR.
  • Notificações de violação: Qualquer violação que envolva 500 ou mais registros deve ser comunicada ao OCR, que, em seguida, investiga se o descumprimento das normas contribuiu para a violação.

Diante do aumento dos incidentes de hacking, a OCR tem se concentrado na preparação para a segurança cibernética, exigindo uma Risk Analysis e um monitoramento de sistemas mais rigorosos por parte das organizações da área da saúde.

3. Foco nas auditorias da HIPAA e na Risk Analysis

A OCR tem enfatizado a Risk Analysis como uma das principais prioridades de fiscalização, devido ao incumprimento generalizado.

  • Nas auditorias da HIPAA de 2016–2017, a maioria das organizações não realizou uma Risk Analysis abrangente nem a atualizou regularmente.
  • Em 2024, 14 das 22 medidas coercitivas do OCR decorreram de violações da Regra de Segurança da HIPAA, sendo as falhas na Risk Analysis o problema mais comum.
  • O OCR pretende retomar as auditorias de conformidade (embora restrições orçamentárias possam atrasar essa iniciativa).

É de se esperar um escrutínio mais rigoroso sobre a forma como as organizações avaliam e mitigam os riscos aos dados de saúde eletrônicos protegidos (ePHI).

4. Multas financeiras e planos de ação corretiva (PACs)

A OCR pode aplicar penalidades por descumprimento, com multas que variam de milhares a milhões de dólares, com base em:

  • Negligência ou omissão dolosa
  • Não correção das infrações após notificação
  • Número de pessoas afetadas

Como as multas previstas na HIPAA diminuíram significativamente (de uma média de US$ 2,6 milhões em 2018 para cerca de US$ 450.000 em 2024), o OCR tem buscado estratégias alternativas de fiscalização, como os CAPs, que exigem que as organizações aprimorem suas medidas de segurança dentro de um prazo determinado, e uma fiscalização mais rigorosa em nível estadual.

O que isso significa para a sua organização

Como a OCR está priorizando a fiscalização da Risk Analysis, estas etapas podem ajudá-lo a cumprir as atualizações propostas:

  • Atualize regularmente as avaliações de risco e inclua todos os sistemas de ePHI.
  • Implemente medidas mais rigorosas de segurança cibernética (por exemplo, criptografia, autenticação multifatorial e monitoramento contínuo).
  • Treine os funcionários sobre a conformidade com a HIPAA e os protocolos de resposta a violações.
  • Forneça notificações oportunas sobre violações, com conteúdo preciso.
  • Manter a documentação que comprove as medidas tomadas para garantir a conformidade.

Os procuradores-gerais estaduais podem fazer cumprir a HIPAA de forma independente e aplicar penalidades por violações. A maior penalidade aplicada na Califórnia em 2024 (US$ 6,75 milhões) foi dirigida a um provedor de armazenamento em nuvem por falhas na segurança dos dados de pacientes. Com os estados aprovando leis adicionais de segurança cibernética (por exemplo, as exigências de segurança cibernética para hospitais de Nova York), é de se esperar que a fiscalização da HIPAA se expanda além da supervisão do OCR.

Considerações finais: os desafios que temos pela frente

Apesar do aumento tanto nas denúncias de violações quanto nas reclamações relacionadas à HIPAA, parece improvável que o OCR receba o aumento de financiamento de que afirma precisar para intensificar a fiscalização. Ainda não está claro como a agência será afetada pelos cortes orçamentários em andamento do Departamento de Eficiência Governamental — e como o novo governo procederá após o encerramento do período de consulta pública sobre as mudanças propostas, em 7 de março.

Independentemente de as novas exigências de segurança da HIPAA entrarem ou não em vigor este ano, as organizações se beneficiariam ao fortalecer proativamente suas medidas de segurança cibernética, Risk Analysis, estratégias de Recovery de desastres e treinamento em conformidade. Ao gerenciar essas questões, as entidades de saúde podem ajudar a evitar possíveis penalidades, reduzir os riscos de violação e proteger os dados dos pacientes de forma eficaz.

Saiba mais sobre como a Commvault pode ajudar sua organização em seus esforços de conformidade.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Durante todo o mês de fevereiro, nossa comunidade global do Vaulter teve o orgulho de comemorar e homenagear o Mês da História Negra.

Aqui na Commvault, valorizamos e celebramos as perspectivas únicas que cada Vaulter traz para a equipe, à medida que promovemos a inovação e a colaboração. Temos orgulho de ter um foco interno na “equidade em ação”, à medida que continuamos a cultivar nossa cultura inclusiva.

Para encerrar nossas comemorações, nosso Grupo de Recursos para Funcionários Multiculturais (ERG) fez uma parceria com a Fundação Courageous Conversation para uma sessão de treinamento impactante e voltada para o desenvolvimento de capacidades sobre como engajar, manter e aprofundar de forma eficaz o diálogo inter-racial. Tivemos a honra de contar com a presença do CEO e presidente da fundação, Glenn E. Singleton, nessa experiência instigante e comovente, na qual exploramos o quadro global de comunidade e pertencimento e discutimos a melhor forma de incorporar essa cultura ao ambiente de trabalho.

É muito importante continuarmos nossa jornada de aprendizado sobre como ter as conversas “certas” – entendendo que não vamos mudar a conversa, a menos que a tenhamos. Manter diálogos abertos para trocar ideias e experiências só nos torna mais fortes e melhores.

Com o fim do Mês da História Negra, vamos todos relembrar o papel que a história negra desempenhou e continua a desempenhar na história dos Estados Unidos. Todo mês de fevereiro, reconhecemos os heróis da comunidade negra e honramos sua luta, condenando o racismo e defendendo a mudança. Mas esse compromisso não deve se limitar a apenas um mês; ele deve fazer parte do nosso dia a dia durante todo o ano.

Ouvir as experiências e perspectivas dos outros e aprender a apoiar uns aos outros de maneira mais eficaz nos dá força para criar um sentimento de pertencimento para todos. Clique aqui para saber mais sobre a cultura da Commvault e nosso compromisso com a comunidade e o sentimento de pertencimento.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

No cenário dinâmico da computação em nuvem, as organizações dependem cada vez mais de estratégias robustas de Recovery para garantir resiliência e a prestação ininterrupta de serviços. Uma abordagem tradicionalmente adotada é a criação prévia de uma “landing zone” na nuvem.

No entanto, esse método está repleto de ineficiências e possíveis armadilhas que podem comprometer sua eficácia e custar às organizações tempo, recursos e resiliência operacional. Este blog aborda o conceito de “zona de aterrissagem na nuvem”, destaca os desafios associados à criação prévia dessas zonas para recuperação cibernética (CR) e recuperação de desastres (DR) e apresenta o modelo de reconstrução da Cloud Rewind como uma alternativa para promover a resiliência na nuvem.

O que é uma “zona de aterrissagem na nuvem”?

Uma zona de aterrissagem na nuvem é um ambiente pré-configurado dentro de uma conta na nuvem, projetado para gerenciar recursos na nuvem de forma segura e eficiente. Ela oferece uma estrutura organizada para a implantação de recursos na nuvem, a configuração de rede e as definições de segurança, em conformidade com as melhores práticas e as políticas organizacionais. O objetivo é facilitar operações na nuvem que sejam fluidas, escaláveis e em conformidade com as normas.

Embora as zonas de aterrissagem na nuvem sirvam de base para a implantação e o gerenciamento de recursos na nuvem, sua aplicação em cenários de CR/DR apresenta vários desafios.

Desafios relacionados às zonas de aterrissagem pré-criadas na nuvem para CR/DR

  • Consumo de tempo e recursos: A criação de uma “landing zone” na nuvem exige uma compreensão abrangente da arquitetura e das práticas de manutenção do ambiente de produção existente. Esse trabalho de replicação exige tempo e recursos consideráveis, duplicando esforços e desviando-os de atividades geradoras de valor.
  • Manutenção e desvio de configuração: Uma vez estabelecida, uma zona de aterrissagem pré-configurada requer manutenção contínua para se manter alinhada com o ambiente de produção. No entanto, a natureza dinâmica dos ambientes em nuvem frequentemente leva ao desvio de configuração — uma divergência nas definições e configurações entre os ambientes de produção e de CR/DR. Esse desvio complica os esforços de manutenção e pode comprometer a eficácia da estratégia de Recovery.
  • Obstáculos aos testes: A divergência entre os ambientes de produção e de CR/DR, decorrente de desvios e desalinhamentos, dificulta a realização de testes eficazes de Recovery. A relutância ou a incapacidade de testar os processos de Recovery compromete a resiliência dos sistemas de TI, deixando as organizações vulneráveis em caso de desastre ou ataque cibernético.
  • Investimentos desperdiçados: os recursos gastos na criação e manutenção de uma zona de aterrissagem pré-criada podem ser substanciais, mas o retorno sobre o investimento (ROI) costuma ser mínimo. As organizações podem se deparar com ambientes de recuperação desatualizados ou desalinhados, que não estão prontos para uso imediato após um desastre ou incidente. Além disso, diante de ataques sofisticados de ransomware, a capacidade de reconstruir sistemas a partir de dados limpos e imagens de aplicativos é crucial — uma capacidade que é prejudicada pelas restrições de uma zona de aterrissagem pré-criada.

A abordagem “Cloud Rewind” para a resiliência na nuvem: Reconstrução

O modelo de reconstrução da Cloud Rewind para resiliência na nuvem oferece uma abordagem mais ágil, eficiente e eficaz para CR/DR. Ao contrário do modelo tradicional de pré-criação e manutenção de uma zona de aterrissagem na nuvem, a Cloud Rewind permite a reconstrução dinâmica de ambientes na nuvem a partir de cópias limpas de dados e imagens de aplicativos. Esse modelo resolve os principais desafios associados às zonas de aterrissagem pré-criadas:

  • Eficiência e agilidade: Ao eliminar a necessidade de uma zona de aterrissagem pré-criada, as organizações podem alocar recursos com mais eficiência, concentrando-se em iniciativas estratégicas em vez de esforços de manutenção e alinhamento.
  • Redução do desvio de configuração: O modelo de reconstrução minimiza o risco de desvio de configuração ao verificar se o ambiente de Recovery foi criado com as configurações e os dados mais recentes e válidos, refletindo fielmente o ambiente de produção no momento da reconstrução.
  • Testes e Recovery aprimorados: a natureza dinâmica da abordagem de reconstrução facilita a realização de testes mais frequentes e realistas dos procedimentos de CR/DR, aumentando a resiliência dos sistemas de TI.
  • Custo-benefício: sem os custos irrecuperáveis decorrentes da manutenção de uma zona de aterrissagem pré-criada, as organizações podem obter um melhor retorno sobre o investimento (ROI), concentrando-se em recursos rápidos de recuperação de desastres (CR/DR) que estejam mais alinhados às práticas modernas de nuvem.

No contexto do aumento das ameaças cibernéticas, como o ransomware, a capacidade de restaurar rapidamente um ambiente livre de ameaças é inestimável. O Cloud Rewind permite que as organizações respondam rapidamente a essas ameaças, minimizando o tempo de inatividade e garantindo a continuidade dos negócios.

Reconstrução: uma abordagem voltada para o futuro

A abordagem tradicional de criar antecipadamente “zonas de aterrissagem” na nuvem para recuperação de desastres (CR/DR) apresenta inúmeras ineficiências, incluindo desperdício de recursos, desafios de manutenção e resiliência comprometida. Em contrapartida, o modelo de reconstrução sob demanda do Commvault Cloud Rewind para resiliência na nuvem oferece uma solução mais ágil, econômica e robusta.

Ao se concentrarem na reconstrução dinâmica de ambientes em nuvem — basicamente, um clone do ambiente de produção —, as organizações podem aprimorar suas capacidades de CR/DR, reduzir riscos operacionais e garantir a prestação contínua de serviços diante de interrupções. A mudança para o modelo de reconstrução representa uma abordagem inovadora para a recuperação em CR/DR, alinhada às demandas em constante evolução da computação em nuvem e da resiliência organizacional.

Saiba mais sobre como o Commvault Cloud Rewind pode ajudá-lo a reverter rapidamente; recuperar dados críticos, aplicativos em nuvem e configurações, restaurando-os a um estado inicial; e reconstruir rapidamente seus ambientes em nuvem após incidentes cibernéticos.

Leitura complementar:

  1. https://www.commvault.com/blogs/crie-resiliencia-de-aplicativos-cloud-com-o-commvault-cloud-rewind
  2. https://www.commvault.com/blogs/simplifying-cloud-resilience-and-cloud-recovery 
  3. https://www.commvault.com/blogs/a-blueprint-for-effective-cloud-recovery

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Nossas mais recentes versões do software Commvault Cloud e do SaaS oferecem novos recursos e funcionalidades para ajudá-lo a aprimorar sua estratégia de resiliência cibernética e proteção de dados, tornando a proteção e o gerenciamento de seus dados mais fáceis e rápidos. Elas foram projetadas para ajudá-lo a proteger e recuperar dados na nuvem híbrida contra ameaças emergentes de perda de dados e a se recuperar rapidamente em caso de um incidente ou ataque cibernético.

Entre as features mais recentes agora disponíveis nesta versão, destacam-se:

Integração com o CrowdStrike

Suas equipes de segurança precisam agir rapidamente. Com o aumento dos ataques de ransomware, as empresas devem ampliar sua visibilidade para detectar e combater as ameaças o mais cedo possível.

A Commvault ajuda você a fortalecer suas defesas cibernéticas por meio da integração do CrowdStrike Falcon com o Commvault Cloud. Com os dados do CrowdStrike integrados ao painel da Commvault, sua equipe de segurança pode identificar e responder rapidamente às ameaças. Essa visibilidade otimizada facilita a proteção dos ativos de backup, a proteção de dados confidenciais e a adoção de medidas proativas de Recovery.

Aprimoramentos do Commvault AirGap

A detecção e a proteção contra ransomware são fundamentais. À medida que os clientes utilizam cada vez mais o Commvault AirGap, eles buscam funcionalidades mais amplas e desempenho consistente em todos os níveis de armazenamento.

Aprimoramos o Commvault AirGap com recursos como hierarquização versátil para dados primários e secundários, medidas de segurança para Recovery e retenção de dados e Threat Scan para ambientes na nuvem e locais. Isso ajuda os clientes a otimizar os custos de armazenamento, mantendo uma proteção robusta.

Commvault Edge

As empresas precisam proteger dados e aplicativos em locais remotos e filiais com a mesma eficácia com que o fazem em implantações locais e na nuvem.

O Commvault Edge oferece uma imagem de software que pode ser instalada em uma arquitetura de referência, proporcionando proteção de dados em locais remotos, tudo gerenciado por meio de um plano de controle centralizado. Seus administradores ganham flexibilidade e visibilidade ao escolher o hardware adequado para instalar a imagem de software do HS Edge, gerenciando e protegendo até 200 TB de dados para lojas de varejo, chão de fábrica, IoT e muito mais. Além disso, com seu sistema operacional baseado em Linux pré-fortificado e pré-configurado, a imagem de software permite uma implantação rápida e fácil manutenção.

Retrocesso Cloud

Como 70% dos recursos em nuvem geralmente ficam desprotegidos, alcançar a resiliência cibernética pode ser uma tarefa desafiadora. As organizações estão empenhadas em reforçar a proteção de todos os ativos e estar preparadas para se recuperar de ameaças.

O Cloud Rewind oferece uma maneira eficaz de restaurar rapidamente dados críticos, aplicativos na nuvem e configurações para um estado limpo. Ele permite que os usuários reconstruam rapidamente seus ambientes na nuvem para um estado seguro e conhecido após incidentes cibernéticos, reduzindo o tempo de recuperação de semanas para minutos. Essa capacidade de recuperação rápida é fundamental para manter a resiliência cibernética.

Clumio para Amazon S3

Com o surgimento dos aplicativos modernos e da IA, o Amazon S3 tem registrado um crescimento explosivo, o que o torna um alvo privilegiado para ataques. Restaurar bilhões de objetos a partir de um backup pode ser extremamente demorado, levando a um tempo de inatividade prolongado.

O Clumio Backtrack oferece uma solução revolucionária, permitindo a reversão rápida de objetos do Amazon S3 para uma versão específica em qualquer momento. Isso significa maior resiliência cibernética contra erros e ataques, além da capacidade de restaurar bilhões de objetos em minutos, utilizando o S3 Versioning e a tecnologia sem servidor. Além disso, otimiza os gastos com a AWS, eliminando a necessidade de cópias extras dos buckets do S3.

Observação: O Clumio para Amazon S3 também está disponível no AWS Marketplace.

Cleanroom Recovery para a AWS

Os clientes que utilizam a AWS para suas implantações em nuvem desejam realizar exercícios de Recovery dentro do mesmo ambiente, a fim de obter a máxima eficiência.

A Commvault ampliou o Cleanroom Recovery para a AWS, permitindo que você recupere cargas de trabalho diretamente na AWS. Essa expansão significa que você pode realizar testes de recuperação em um ambiente que espelha sua configuração de produção, aumentando a consistência. Além disso, com um suporte mais amplo a plataformas de nuvem, sua empresa ganha flexibilidade para elaborar uma estratégia de recuperação adaptada às suas necessidades.

Escalonamento automático para o Amazon EC2 Restore

Os usuários da AWS precisam do autoescalonamento da Commvault para replicação, Recovery e indexação, a fim de minimizar o número de Commvault Access Nodes de longa duração que precisam gerenciar em seu ambiente da AWS. O Commvault Cloud agora escalona dinamicamente a capacidade de computação do Amazon EC2 durante as atividades de restauração, replicação e migração, encerrando-as posteriormente para manter baixos os custos de resiliência cibernética.


Você pode simplificar a manutenção reduzindo o número de Commvault Access Nodes de longa duração em seu ambiente AWS e economizar custos utilizando a computação elástica do EC2 apenas quando necessário.

Backup & Recovery para o Google Workspace

Riscos à segurança de aplicativos SaaS, como exclusão acidental, corrupção e ataques maliciosos, podem prejudicar a produtividade. Surpreendentemente, apenas 13% das empresas compreendem plenamente seu papel na proteção dos dados.

A Commvault está ampliando sua atuação ao estender a proteção de aplicativos SaaS ao Google Workspace, abrangendo dados do Gmail, do Google Drive e do Shared Drive. Isso significa que seus dados críticos do Google Workspace podem permanecer seguros e estarem protegidos contra ameaças de perda de dados.

Sua empresa pode continuar avançando com dados disponíveis e rapidamente recuperáveis. Além disso, mantenha a conformidade com os acordos de nível de serviço (SLA) por meio de retenção prolongada e do Google Cloud Storage integrado, tudo gerenciado por meio de uma solução única e unificada para o Google Workspace e outras cargas de trabalho SaaS, híbridas e nativas da nuvem.

Recuperação da Floresta do Active Directory

Quando o Active Directory (AD) fica fora de linha, a recuperação da floresta pode ser um processo complexo, composto por várias etapas, que deve ser executado com perfeição. Sem automação, existe um risco real de restaurar o AD em um estado inutilizável, causando mais interrupções nas operações da empresa.

A solução da Commvault simplifica esse processo, oferecendo recuperação rápida em casos de corrupção de esquema e ataques de ransomware. Ao automatizar todo o processo de Recovery da floresta, você pode planejar e testar com antecedência, reduzindo o tempo de inatividade e aumentando a resiliência cibernética. Isso significa que você pode ficar tranquilo, sabendo que sua floresta do AD pode ser restaurada a um estado normal de forma rápida e eficiente.

VMs de origem do Nutanix AHV

Você enfrenta o desafio de proteger ambientes operacionais diversos e complexos? Precisa de soluções confiáveis para gerenciar esses ambientes de forma eficaz? É aí que entra o Cleanroom Recovery. Agora compatível com máquinas virtuais (VMs) da Nutanix, ele ajuda você a responder rapidamente a ameaças de segurança e a otimizar a validação da recuperação.

Por que isso é importante? Isso oferece cobertura abrangente para ambientes complexos, resultando em Recovery mais completo. Além disso, com suporte para mais máquinas virtuais e cargas de trabalho, as empresas podem retomar suas atividades rapidamente, aumentando sua resiliência cibernética e mantendo o bom andamento das operações.

Integração do XSOAR com a Palo Alto Networks

As equipes de segurança costumam contar com plataformas SIEM/SOAR, como o XSOAR da Palo Alto Networks, para a detecção e resposta a ameaças, mas a falta de integração com soluções de Recovery faz com que tenham que realizar tarefas manuais demoradas de recuperação, o que atrasa sua resposta a ameaças ativas.

O Commvault Cloud Cleanroom Recovery se integra perfeitamente ao Palo Alto Networks XSOAR, permitindo que as equipes gerenciem as ações de recuperação diretamente na plataforma XSOAR. Essa integração agiliza os tempos de recuperação por meio de fluxos de trabalho automatizados, reduz as tarefas manuais para que as equipes possam se concentrar na análise de ameaças e centraliza o gerenciamento, promovendo uma melhor colaboração e uma resposta mais rápida a incidentes.

Backup & Recovery para Kubernetes

À medida que as empresas modernizam seus aplicativos, muitas têm escolhido o Kubernetes como sua plataforma preferida para gerenciar grandes volumes de dados em aplicativos de nuvem híbrida. Os administradores precisam realizar backups mais rápidos e melhorar a Readiness para Recovery de seus aplicativos e dados em contêineres. 

A Commvault permite o Kubernetes Backup and Recovery, otimizados para grandes volumes de dados. Essa solução se integra perfeitamente ao servidor de API do Kubernetes para identificar e coletar dados e configurações de aplicativos, proporcionando melhor desempenho e confiabilidade para os backups. 

Experimente o Commvault Cloud gratuitamente por 30 dias.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Com os ataques cibernéticos se tornando cada vez mais inevitáveis, a capacidade de se recuperar de forma rápida e eficaz é fundamental para a sobrevivência das empresas. No episódio 13 do podcast The STRIVE, o apresentador Darren Thomson aborda os aspectos essenciais da elaboração de um plano eficaz de Recovery cibernética. Aqui está um resumo das principais fases e princípios discutidos.

Fase Um: Preparação

  • Pessoas: Todos na organização devem conhecer suas funções. Estabeleça uma equipe de resposta a crises bem definida para assumir o comando durante um ataque.
  • Processo: Identifique cenários de ameaças potenciais e elabore guias de Recovery passo a passo. O plano deve estar alinhado com suas estratégias mais amplas de continuidade de negócios e de resposta a incidentes.
  • Tecnologia: Faça backups seguros em ambiente isolado (air-gapped) e implemente a detecção de anomalias para garantir que os pontos de recuperação estejam livres de contaminação. Teste regularmente seu plano em uma sala limpa para reforçar a confiança e a Readiness.

Fase Dois: Resposta Imediata

  • Detecção e notificação: Implemente ferramentas de monitoramento em tempo real e notifique sua equipe de resposta imediatamente após detectar um ataque.
  • Isolamento e contenção: Desconecte os sistemas infectados e isole a infraestrutura crítica para impedir a propagação da ameaça.
  • Avaliação inicial: Documente tudo para compreender a extensão dos danos e identificar o caminho mais rápido para a Recovery. Uma ação rápida e decisiva é fundamental para minimizar as interrupções.

Terceira fase: Recovery

  • Integridade dos dados: Verifique se os backups estão livres de contaminação antes da restauração. Utilize backups fisicamente isolados e tecnologia de sala limpa para ajudar a prevenir a reinfecção.
  • Restauração do sistema: Reconstrua a infraestrutura crítica, incluindo o Active Directory, firewalls, servidores e aplicativos, com configurações de segurança reforçadas.
  • Priorização: Restaure primeiro a infraestrutura e os dados essenciais e verifique a integridade do sistema e dos dados antes de restaurar os aplicativos.

Fase Quatro: Reintegração

  • Reconexão cautelosa: reconecte usuários e ativos gradualmente, começando pela infraestrutura crítica. Monitore sinais de ameaças persistentes.
  • Acesso e autenticação de usuários: reconfigure os sistemas para aprimorar os controles de identidade, como a autenticação multifatorial e as políticas de privilégios mínimos.
  • Monitoramento de segurança: verifique se todos os sistemas estão seguros e monitore se há alguma vulnerabilidade remanescente.

Fase Cinco: Melhoria Contínua

  • Melhorias na segurança: implementar novos controles de segurança com base nas lições aprendidas com o ataque ou com o teste.
  • Análise forense: investigar como ocorreu o ataque e quais vulnerabilidades foram exploradas, a fim de evitar violações futuras.
  • Aperfeiçoar o plano: teste e aprimore regularmente seu plano de recuperação cibernética para aumentar sua taxa de sucesso. A recuperação cibernética consiste em se reerguer mais forte do que antes.

Pontos principais

  • A preparação é fundamental: elabore e teste um plano de Recovery abrangente.
  • Ação imediata: detectar, isolar e avaliar ameaças rapidamente.
  • Integridade dos dados: verifique se os backups estão corretos e seguros.
  • Reintegração gradual: reconecte os sistemas com cautela e monitore em busca de ameaças.
  • Melhoria contínua: aprenda com cada incidente para aprimorar sua postura de segurança.

Assista ao episódio completo agora:

STRIVE, Episódio 13: Como elaborar um plano eficaz de Recovery cibernética

https://play.vidyard.com/iHS8ZZfMinwUx9HkA67u8E

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Diante das ameaças à segurança que evoluem rapidamente, a importância da resiliência cibernética não pode ser subestimada. À medida que os ataques se tornam mais sofisticados e frequentes, as organizações reconhecem cada vez mais a necessidade de uma abordagem abrangente e integrada à segurança cibernética.

Essa mudança fica evidente na tendência crescente de consolidação e investimento no mercado de segurança cibernética, o que está impulsionando o desenvolvimento de soluções mais robustas e unificadas. O setor de proteção de dados tem recebido grandes investimentos, incluindo os recentes US$ 2 bilhões em capital secundário da Veeam e a aquisição, recentemente concluída pela Cohesity, dos ativos da Veritas do Carlyle Group Inc.

A Mudança em Direção a Soluções Integradas

Tradicionalmente, as organizações têm contado com um conjunto heterogêneo de ferramentas de ponta para atender às suas necessidades de segurança cibernética, incluindo ferramentas de empresas como a Veeam. Embora essas ferramentas sejam frequentemente altamente eficazes em seus domínios específicos, seu uso pode levar a um cenário de segurança fragmentado. Essa fragmentação resulta em silos de dados, aumento dos custos operacionais, ineficiências na resposta a ameaças e possíveis problemas de segurança entre silos de proteção de dados distintos. À medida que as ameaças se tornam mais complexas e interconectadas, essa abordagem já não é mais suficiente. 

A consolidação e os investimentos no mercado de segurança cibernética refletem uma crescente conscientização sobre esses desafios. Atualmente, as empresas buscam soluções mais integradas e abrangentes, capazes de oferecer uma estrutura de segurança unificada, coesa e adaptável, como a da Commvault. Essa abordagem centrada na plataforma não apenas reforça a segurança geral, mas também aumenta a eficiência, reduz custos e possibilita uma melhor conformidade e Recovery de desastres.

Segurança em todas as camadas

Os produtos pontuais podem apresentar dificuldades em relação à segurança devido à sua abordagem fragmentada, com várias bases de código distintas, e à dependência da integração com outras plataformas. Ao contrário dos fabricantes de produtos pontuais, como a Veeam, a Commvault utiliza uma única base de código que integra a segurança em todas as etapas do nosso ciclo de vida de desenvolvimento de software (SDLC) e em todas as camadas da Commvault Cloud Platform. Esse compromisso com o desenvolvimento seguro de software é um dos pilares da estratégia da Commvault para oferecer soluções robustas e confiáveis aos nossos clientes.

Nossa abordagem para o desenvolvimento seguro de software começa já na fase de projeto. Adotamos uma metodologia de “segurança desde o projeto”, de modo que as considerações de segurança sejam integradas desde o início do processo de desenvolvimento. Essa abordagem proativa ajuda a identificar e mitigar possíveis vulnerabilidades desde o início, reduzindo o risco de violações de segurança e garantindo que o produto final seja o mais seguro possível.

Auditorias de segurança regulares e testes de penetração

Para reforçar ainda mais a segurança de nossos produtos, realizamos auditorias de segurança e testes de penetração regularmente. Essas avaliações rigorosas são conduzidas tanto por equipes internas de segurança quanto por especialistas externos. Os resultados desses testes são utilizados para identificar e corrigir quaisquer vulnerabilidades, garantindo que nossas soluções permaneçam seguras e resilientes contra ameaças emergentes.

Esse regime de testes proporciona maior confiança aos nossos clientes e demonstra nosso compromisso com a proteção tanto dos dados dos clientes quanto da plataforma que os protege. Graças aos nossos elevados padrões de segurança, o Commvault Cloud é uma das únicas plataformas de resiliência cibernética com certificação FedRAMP High.

Treinamento e conscientização

A Commvault dá grande ênfase ao treinamento e à conscientização entre nossas equipes de desenvolvimento. Realizamos sessões regulares de treinamento em segurança e workshops para manter os desenvolvedores informados sobre as mais recentes práticas recomendadas de segurança e as ameaças emergentes. Essa educação contínua faz com que nossa equipe de desenvolvimento esteja bem preparada para identificar e lidar com questões de segurança de forma proativa.

Liderando a iniciativa em resiliência cibernética

Reconhecidos pela Forrester, Gartner, GigaOm, IDC e outros analistas do setor como líderes em soluções de resiliência de dados, temos demonstrado consistentemente nosso compromisso com a inovação e a excelência.

Nossa plataforma abrangente de resiliência cibernética, o Commvault Cloud, foi projetada para ajudar a garantir a disponibilidade contínua dos negócios e a recuperação rápida em ambientes híbridos, com prioridade na nuvem e multicloud, indo além do Backup and Recovery tradicionais.

A liderança da Commvault se consolida ainda mais por meio de nossas aquisições estratégicas, como a Appranix e a Clumio. Essas aquisições ampliaram significativamente nosso portfólio, permitindo-nos oferecer soluções completas para backup, recuperação de desastres e proteção contra ransomware em ambientes locais, híbridos e multicloud.

Aumente sua resiliência cibernética

A consolidação e os investimentos no mercado de segurança cibernética destacam a importância fundamental da resiliência cibernética. As organizações estão reconhecendo cada vez mais a necessidade de soluções integradas e abrangentes, capazes de gerenciar com eficácia o cenário de ameaças em constante evolução, além de plataformas projetadas para serem seguras. A Commvault está bem posicionada para liderar essa transformação. Convidamos você a experimentar nossa plataforma por conta própria, utilizando nossa versão de avaliação gratuita, já disponível.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

À medida que as empresas passam a depender cada vez mais de ambientes multicloud, tornar a nuvem resiliente torna-se fundamental. Neste artigo, exploraremos os principais componentes da resiliência cloud e sua importância na recuperação de interrupções, como ataques de ransomware.

Vamos nos aprofundar nos elementos essenciais da resiliência na nuvem, como backup da infraestrutura em nuvem, “Time Machine” em nuvem com armazenamento duplo e recuperação como código. Ao adotar essas práticas de recuperação de desastres nativas da nuvem nas plataformas AWS, Azure, Google Cloud e Kubernetes, as empresas podem proteger efetivamente sua infraestrutura, minimizar o tempo de inatividade e se recuperar de ataques de ransomware.

Entendendo a resiliência da nuvem

A resiliência na nuvem refere-se à capacidade de uma organização de resistir a interrupções e se recuperar rapidamente delas, garantindo a continuidade de suas operações comerciais. Em um ambiente multicloud, a resiliência é alcançada por meio de uma combinação de infraestrutura robusta, soluções eficientes e abrangentes de infraestrutura em nuvem e backup de dados, além de estratégias bem definidas de recuperação de desastres em várias plataformas. Isso é particularmente crucial no contexto da recuperação após ataques de ransomware, em que a capacidade de restaurar rapidamente sistemas e dados é vital para minimizar o impacto desses incidentes de segurança.

A importância da resiliência da nuvem na Recovery após um ataque de ransomware

Os ataques de ransomware se tornaram uma ameaça significativa para as empresas, com consequências devastadoras para as organizações que são vítimas deles. Esses ataques maliciosos criptografam dados e sistemas críticos, mantendo-os como reféns até que um resgate seja pago. A resiliência na nuvem desempenha um papel crucial na recuperação após ataques de ransomware. Ao implementar mecanismos robustos de Backup and Recovery, os dados de uma empresa permanecem protegidos e recuperáveis, mesmo diante da criptografia do ransomware.

As soluções de backup de infraestrutura em nuvem permitem que as organizações criem instantâneos regulares de seus sistemas e dados, fornecendo uma cópia limpa e intacta para restauração após um ataque. Além disso, a capacidade de automatizar processos de recuperação por meio de práticas de “Recovery como código” permite que as empresas recuperem rapidamente ambientes inteiros, minimizando o tempo de inatividade e as interrupções nas operações. Ao adotar estratégias de resiliência na nuvem em múltiplas plataformas, as organizações podem mitigar efetivamente o impacto dos ataques de ransomware e garantir a continuidade dos negócios.

À medida que as empresas adotam ambientes multicloud, a necessidade de resiliência na nuvem torna-se fundamental, especialmente no contexto da recuperação após ataques de ransomware. Ao implementar soluções robustas de backup, aproveitar a automação por meio de práticas de “Recovery como código” e adotar estratégias de recuperação de desastres nativas da nuvem, as organizações podem proteger de forma eficaz seus dados, sistemas e aplicativos.

A resiliência na nuvem não apenas minimiza o tempo de inatividade, mas também oferece as ferramentas e os processos necessários para a recuperação após ataques de ransomware e para garantir a continuidade dos negócios. Em um cenário digital cada vez mais interconectado e vulnerável a ameaças, adotar a resiliência na nuvem é essencial para proteger ativos críticos e garantir o sucesso a longo prazo das empresas em ambientes multicloud.

Saiba mais sobre como o Commvault Cloud Rewind pode ajudá-lo a reverter rapidamente e recuperar dados críticos, aplicativos na nuvem e configurações, restaurando-os a um estado limpo, além de reconstruir rapidamente seus ambientes na nuvem após incidentes cibernéticos.

More related posts


Thumbnail_Blog-Getting-Ahead-2026

Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock

Read more about Getting Ahead of Shrinking Certificate Lifespans and the Quantum Clock
Thumbnail_Blog-Clumio-Chat-2026

Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection

Read more about Meet Clumio Chat: An AI Assistant to Help Evaluate Cloud-Native Data Protection
Thumbnail_Blog-Clumio-Fedramp-2026

Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone

Read more about Clumio Advances Cloud-Native Cyber Resilience with FedRAMP® Milestone