Pontos principais
- Rising operational disruption makes scalable resilience essential, but organizations commonly fall into traps like seeking “silver bullet” technology or relying on “hero worship” of individual experts.
- O ResOps oferece uma estrutura escalável que integra pessoas, processos e tecnologia nas áreas de ITOps, SecOps e DevOps.
- O apoio da alta direção, por parte do CEO, ajuda a promover a responsabilização e a priorizar a resiliência como uma disciplina estratégica.
Cyberattacks, cloud complexity, and AI-enabled threats are creating constant operational challenges for enterprises. To help meet business requirements in this increasingly disruptive environment, organizations need to move beyond separate recovery tools, teams, and plans to resilience as an integrated operating model.
In a recent webinar, Phil Goodwin, research vice president for IDC’s worldwide infrastructure programs, joined me for a fireside chat to explore how organizations can move beyond fragmented approaches to build resilience that scales.
Por que as organizações precisam de uma nova estrutura de resiliência
As organizations engage in daily firefighting while keeping up with new technologies and addressing new initiatives, they rarely have time to step back and reassess whether their approaches still meet requirements. But as isolated incidents become systemic disruption, this conversation has become essential.
In a simpler era, organizations focused primarily on backup and recovery. Large-scale disruptions such as Hurricane Sandy brought disaster recovery onto the agenda. Intensifying cyberthreats like ransomware added cyber resilience and business continuity to the list. Each evolution brought new capabilities, but many organizations simply bolted new approaches onto what they were already doing rather than addressing these expanding requirements holistically.
When separate teams manage different pieces with different tools and policies, gaps may emerge that can slow recovery. Despite years of investment in cybersecurity, organizations are still struggling with recovery.
More recently, AI has accelerated the urgency for a more integrated approach by reshaping both threats and defenses. Despite increasing AI investments, many businesses are delaying AI rollouts due to ongoing concerns about governance and security vulnerabilities.
On the other side of the cyber front, bad actors are using AI to create deepfakes, target users with more sophisticated and convincing phishing, and exploit vulnerabilities at scale.
Resilience operations – ResOps – treats resilience as a continuous operating discipline rather than a collection of separate tools and teams. By bringing together ITOps, SecOps, and DevOps under a unified framework, ResOps helps transform resilience to keep pace with systemic disruption.
Como evitar erros comuns no planejamento de resiliência
Even organizations that recognize the need for change often fall into traps. One is the “silver bullet” problem, which focuses on technology as the solution. Leaders want to believe that buying the right tools will solve everything, but technology alone can’t deliver positive business outcomes without proper integration and process.
“Hero worship” is another common pitfall – relying on talented staff members with expertise residing in their heads rather than in documented processes. Heroism can’t scale, and reliance on specific individuals creates vulnerability when people leave or responsibilities shift.
To move past these traps, you have to think differently about your operating model. Instead of focusing primarily on technology and people, consider the team you’ll need to build, including executive sponsorship, IT operations and security leadership, and senior leaders from the business side.
The team’s charter should focus on defining business outcomes first: What does resilience need to achieve for the organization? What KPIs, SLAs, and processes should be established to meet these requirements?
Desenvolvendo operações de resiliência de cima para baixo
Como prioridade do conselho administrativo, a resiliência requer apoio dos mais altos escalões. A ResOps ganha maior força quando o CEO se envolve, ajudando a definir as prioridades de recursos e promovendo a responsabilização em toda a organização. Com o apoio da alta direção, os líderes seniores — incluindo o CIO, o CTO, o CISO e os gerentes gerais — podem encarregar suas equipes da implementação.
Essa abordagem pode ser adaptada a organizações de todos os tamanhos. Mesmo as pequenas e médias empresas podem reunir equipes multifuncionais que incluam partes interessadas do negócio, equipes de TI e profissionais responsáveis pela segurança de dados e de rede. À medida que crescem, essa estrutura pode acompanhar esse crescimento, aumentando o quadro de pessoal em disciplinas específicas de resiliência, ao mesmo tempo em que mantém uma abordagem integrada em toda a cadeia de operações de resiliência. O ResOps reflete as formas como as equipes de operações de TI, SecOps e DevOps precisam trabalhar juntas dentro das organizações. Recovery e a segurança de dados tornaram-se tão intimamente alinhadas que, na IDC, pesquisadores dessas disciplinas agora colaboram frequentemente em projetos com clientes. Atualmente, as aplicações precisam ser projetadas tendo em mente os agentes maliciosos, incorporando arquiteturas de confiança zero e partindo do princípio de que algo dará errado. O ResOps oferece a estrutura necessária para essa convergência, reunindo ferramentas de segurança e operações em um modelo unificado para lidar com ameaças e interrupções de todos os tipos.
ResOps como uma estrutura compartilhada do setor
ResOps is an operating model, not a product, and can benefit companies regardless of the specific tools they use. As Phil observed during our chat, “It really requires that community involvement where people pitch in from different perspectives, different vendors, different organizations, and different teams, just like DevOps or SecOps.”
For organizations struggling with constant disruption and the growing complexity of AI-enabled threats and defenses, ResOps offers a path beyond fragmented resilience approaches. By bringing together people, processes, and technology in a unified operating model, ResOps turns fragmented recovery efforts into enterprise-wide readiness.
Watch my conversa informal completa com o Philpara ver como o ResOps pode ajudar você a desenvolver uma resiliência empresarial que se adapta à sua escala.
Perguntas frequentes
P: O que é operações de resiliência (ResOps)?
R: O ResOps é um modelo operacional que integra operações de TI, operações de segurança e DevOps em uma disciplina contínua. Em vez de tratar a recuperação de desastres, a resiliência cibernética e a continuidade dos negócios como capacidades separadas, o ResOps reúne pessoas, processos e tecnologia sob uma estrutura unificada para ajudar a criar uma resiliência empresarial escalável.
P: Por que o apoio da alta administração é importante para a resiliência cibernética?
A: Executive sponsorship – ideally at the CEO level – helps drive accountability and priority for resilience initiatives across the organization. This top-down support is essential for organizations trying to move beyond fragmented approaches to integrated resilience operations.
P: As pequenas e médias empresas podem implementar o ResOps?
R: Sim . O ResOps é aplicável a organizações de todos os tamanhos. A estrutura adapta-se à complexidade à medida que as organizações crescem, tornando-se acessível a empresas de médio porte e mantendo-se eficaz para grandes corporações.
P: Por que as equipes de TI e de segurança precisam trabalhar juntas para garantir a resiliência?
R: Quando as equipes de operações de TI, operações de segurança e DevOps colaboram em vez de trabalharem isoladamente, as organizações podem ajudar a construir uma infraestrutura mais resiliente para enfrentar ameaças em constante evolução.
P: Como as organizações devem dar os primeiros passos nas operações de resiliência?
R: Comece pelo topo, garantindo o apoio da alta direção, no nível do CEO. Em seguida, forme uma equipe multifuncional que inclua as equipes de operações de TI, SecOps e as partes interessadas da empresa, e peça que definam os resultados de negócios que a resiliência deve proporcionar à sua empresa. Realize uma avaliação de ameaças para compreender os riscos que precisam ser abordados. Somente após essas etapas fundamentais é que as organizações devem se concentrar na seleção de tecnologias e no desenvolvimento de processos detalhados.
Chris Mierzwa é diretor sênior de marketing de portfólio na Commvault.