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TINTON FALLS, NJ – 25 de junho de 2024 – A Commvault, fornecedora líder de soluções de resiliência cibernética e proteção de dados para a nuvem híbrida, divulgou hoje, em colaboração com a empresa de pesquisa GigaOm, seu Relatório de Readiness para Recuperação Cibernética de 2024.Essa pesquisa global reveladora, realizada com 1.000 profissionais de segurança e TI em 11 países, aborda diretamente uma questão fundamental: “o que as empresas podem fazer para serem mais resilientes diante de ataques cibernéticos?”
A Commvault e a GigaOm identificaram cinco capacidades-chave, também chamadas de indicadores de resiliência, que, quando implementadas em conjunto, ajudaram as empresas a se recuperarem mais rapidamente de ataques cibernéticos e a sofrerem menos violações em comparação com empresas que não seguiram o mesmo caminho.
Esses cinco indicadores de resiliência surgiram depois que equipes de análise de dados examinaram minuciosamente os resultados da pesquisa em uma variedade de tópicos, incluindo: com que frequência as empresas sofriam violações, quais tecnologias de resiliência eram (ou não eram) implantadas e com que rapidez as empresas conseguiam recuperar dados e retomar as operações normais. Os indicadores de resiliência são os seguintes:
- Ferramentas de segurança que permitem o alerta precoce sobre riscos, incluindo riscos internos.
- Um “dark site” ou sistema secundário com integridade comprovada em operação.
- Um ambiente isolado para armazenar uma cópia imutável dos dados.
- Manuais operacionais, funções e processos definidos para resposta a incidentes.
- Medidas específicas para demonstrar Readiness para recuperação cibernética e avaliação de riscos.
Ao avaliar os resultados, apenas 13% dos entrevistados foram classificados como cibermaduros. A pesquisa revelou observações muito interessantes:
- Recuperações mais rápidas: as organizações com maturidade cibernética, ou seja, aquelas que implementaram pelo menos quatro dos cinco indicadores de resiliência, se recuperaram 41% mais rápido do que os entrevistados com apenas zero ou um indicador.
- Menos violações: de modo geral, as organizações com maturidade cibernética relatam ter sofrido menos violações em comparação com empresas que possuem menos de quatro indicadores.
- Maior confiança na Readiness cibernética: 54% das organizações com maturidade cibernética estavam totalmente confiantes em sua capacidade de se recuperar de uma violação, em comparação com apenas 33% das organizações menos preparadas.
- Testes frequentes fazem uma grande diferença: 70% das organizações com maturidade cibernética testavam seus planos de Recovery trimestralmente, em comparação com 43% das organizações com apenas zero ou um indicador de maturidade, que realizavam testes com a mesma frequência.
Citações de apoio
“Uma das principais conclusões da pesquisa é que, para realmente avançar na preparação cibernética, as organizações não podem economizar nos meios. Observamos disparidades significativas na resiliência entre organizações que implementaram um ou dois dos indicadores de resiliência e aquelas que implementaram quatro ou cinco”, disse Chris Ray, analista de segurança cibernética da GigaOm. “É fundamental que as organizações pensem na resiliência em camadas. Menos de 85% dos entrevistados fazem isso atualmente. Isso precisa mudar rapidamente se as empresas quiserem ser resilientes e ter vantagem sobre os agentes mal-intencionados.”
“À medida que analisamos mais a fundo essas capacidades cibernéticas, práticas-chave estão se revelando fundamentalmente essenciais para qualquer estratégia de preparação cibernética, e os testes de Readiness para Recovery cibernética são uma delas”, disse Tim Zonca, vice-presidente de Marketing de Portfólio da Commvault. “As empresas que se concentram apenas em testes de recuperação de desastres estão perdendo o bonde. Dada a natureza em constante evolução das ameaças cibernéticas, práticas de teste frequentes e modernas para a recuperação cibernética são essenciais para que os ambientes não sejam reinfectados e os processos de recuperação sejam robustos.”
Mais informações
- Confira o Relatório de Readiness para Recuperação Cibernética
- Leia o blog: Revelação do relatório de prontidão para Cyber Recovery de 2024
- Participe do LinkedIn Live “O Estado da Readiness para a Recuperação Cibernética” | 25 de junho às 13h (horário da costa leste dos EUA)
Metodologia
A Commvault, em parceria com a GigaOm, conduziu este estudo inaugural com 1.000 entrevistados em 11 países em abril de 2024 para entender melhor suas opiniões sobre a Readiness cibernética e o grau de Readiness de suas organizações diante de ameaças cibernéticas. Os entrevistados eram de empresas com receita anual de pelo menos US$ 10 milhões, sendo que a maioria apresentava receita de US$ 500 milhões ou mais. Trinta e cinco por cento dos entrevistados eram executivos de diretoria ou da alta administração, 48% eram da gerência sênior e os 17% restantes eram da gerência média ou júnior. Os 11 países incluídos na pesquisa são Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.
Sobre a Commvault
A Commvault (NASDAQ: CVLT) é referência em resiliência cibernética, ajudando mais de 100.000 organizações a manter os dados seguros e as empresas resilientes e em constante evolução. Hoje, a Commvault oferece a única plataforma de resiliência cibernética que combina a melhor segurança de dados e Recovery rápido em escala empresarial para qualquer carga de trabalho, em qualquer lugar — pelo menor custo.