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Resiliência cibernética, segurança cibernética

O paradoxo Cyber Recovery : como as organizações de serviços financeiros se destacam apesar dos altos riscos

Conheça as cinco estratégias críticas comumente implementadas em serviços financeiros.


O setor de serviços financeiros opera em um cenário único de segurança cibernética – um cenário em que os riscos não poderiam ser maiores, mas os resultados são surpreendentemente sólidos. Um novo estudo do Enterprise Strategy Group, encomendado pela Commvault, revela um paradoxo fascinante: embora as organizações de serviços financeiros enfrentem desafios de recuperação cibernética mais complexos do que qualquer outro setor, elas também estão obtendo resultados superiores quando ocorrem ataques cibernéticos.

A realidade de alta pressão dos serviços financeiros

As instituições financeiras lidam com grandes volumes de dinheiro e dados confidenciais por meio de infraestruturas de TI cada vez mais complexas que mudam a uma velocidade vertiginosa. Sob constante escrutínio regulatório, essas organizações precisam manter extrema diligência para cumprir as políticas e, ao mesmo tempo, operar com um padrão mais elevado do que em outros setores.

O resultado? Requisitos de preparação mais avançados, protocolos de teste mais rigorosos e contratos de nível de serviço mais exigentes.

Os números contam uma história impressionante: as organizações do setor financeiro (FinServ) estão 13% menos confiantes em suas habilidades, tecnologia e experiência para se recuperar de ataques cibernéticos bem-sucedidos em comparação com outros setores. Elas relatam consistentemente que os processos de recuperação cibernética são mais complexos, demorados e difíceis de testar do que a recuperação de desastres tradicional.

A surpreendente história de sucesso

Apesar desses grandes desafios, a pesquisa revela que as organizações do setor de serviços financeiros (FinServ) realmente superam seus pares quando se trata de resultados de recuperação cibernética:

  • 63% das organizações do setor de serviços financeiros (FinServ) relataram interrupção mínima ou nenhuma interrupção por perda de dados devido a ataques cibernéticos (em comparação com 53% em outros setores).
  • 63% também sofreram interrupções mínimas no tempo de inatividade (contra 49% em outros setores).
  • 41% descreveram suas recentes recuperações cibernéticas como “rápidas e tranquilas” (em comparação com apenas 23% em todos os outros setores).
  • As organizações do setor de serviços financeiros têm duas vezes mais probabilidade de possuir planos de recuperação cibernética que protejam todos os aplicativos e dados necessários para se manterem operacionais (36% contra 17%).

O segredo do sucesso: cinco estratégias fundamentais

Como as organizações de serviços financeiros alcançam esses resultados superiores, apesar de enfrentarem maior complexidade? A pesquisa identificou cinco estratégias essenciais que diferenciam os líderes dos retardatários:

  1. Estabeleça SLAs ambiciosos.
    As organizações do setor de serviços financeiros (FinServ) não buscam apenas o máximo — elas buscam a quase perfeição. Cinquenta e cinco por cento têm como meta tempos de recuperação na casa dos segundos ou minutos (em comparação com 33% em outros setores), enquanto 45% mantêm metas de tempo de recuperação inferiores a um dia (em comparação com 26% em outros setores).
  2. Teste a prontidão para ataques com frequência.
    Enquanto 75% das organizações do setor financeiro realizam testes de recuperação cibernética trimestralmente ou com maior frequência, apenas 66% dos outros setores mantêm essa cadência. Essa cultura de testes rigorosos ajuda a identificar lacunas antes que elas se transformem em pontos críticos.
  3. Capacite o CISO para definir a estratégia.
    Os CISOs do setor financeiro assumem mais responsabilidade pelo planejamento da recuperação cibernética do que seus colegas de outros setores, principalmente nas avaliações de risco (29% contra 17%), nas decisões de investimento (34% contra 21%) e na elaboração do plano de testes (24% contra 14%).
  4. Identifique as principais áreas de investimento.
    As organizações do setor financeiro têm uma probabilidade significativamente maior de aumentar os investimentos em sistemas paralelos/de alta disponibilidade (41% contra 26%), reconhecendo que até mesmo minutos de inatividade podem ser extremamente caros.
  5. Aproveite a IA como um multiplicador de força.
    As organizações do setor financeiro estão liderando a adoção de tecnologias de segurança baseadas em IA/ML, com 43% relatando ampla adoção, em comparação com 29% em outros setores.

As implicações mais amplas

Esta pesquisa oferece insights valiosos para organizações de todos os setores. A abordagem do setor de serviços financeiros – impulsionada por requisitos regulatórios, imperativos de confiança do cliente e o alto custo do tempo de inatividade – fornece um modelo para a excelência em resiliência cibernética.

A principal conclusão? O sucesso na recuperação cibernética não se resume a ter a tecnologia certa – trata-se de criar uma cultura de disciplina operacional, investir nas áreas certas e manter a vigilância para testar e refinar sua abordagem continuamente.

Pronto para se aprofundar no assunto?

O relatório completo do Enterprise Strategy Group contém análises detalhadas, metodologia e insights práticos que podem ajudar sua organização a desenvolver recursos de recuperação cibernética mais eficazes.

As organizações que aprenderem com o manual do setor financeiro – combinando metas ambiciosas com testes rigorosos, liderança estratégica e investimentos inteligentes – estarão mais bem posicionadas não apenas para sobreviver a ataques cibernéticos, mas para se recuperarem mais fortes do que antes.

Baixe o relatório completo, “Desafios para atender aos altos padrões de Recovery cibernética no setor de serviços financeiros”, para conhecer todas as conclusões da pesquisa e descobrir como sua organização pode aplicar essas lições para fortalecer suas capacidades de Recovery cibernética.

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