Imagine your business has just been hit by a disastrous event – be it a natural disaster, cyber-attack, or even human error, and all your company’s critical data is either lost or inaccessible. The clock is ticking, and each second of downtime spells potential financial losses and irreparable damage to your organization’s reputation. This nightmarish scenario is precisely why understanding de Tempo Objetivo de Recuperação (RTO) (RTO) and accurately calculating it is crucial for businesses of all sizes. In this post, we’ll demystify RTO, guide you on determining the optimal target for your business, and share how to calculate it effectively to limit the impact of data loss, avoid catastrophe, and give you peace of mind.
A Recovery Time Objective (RTO) is the maximum amount of time that an organization can tolerate for restoring its critical systems, applications, and data after a disruption or outage. It is a métrica fundamental utilizada no planejamento de recuperação de desastres and helps organizations determine how quickly their business operations need to be resumed after a major incident. RTO can be calculated by performing a business impact analysis (BIA) and determining the recovery time needed for each application, service, system, or data component based on its criticality and loss tolerance.
Entendendo o Tempo Objetivo de Recovery (RTO)
Quando ocorre um desastre inesperado, como um ataque cibernético ou uma calamidade natural, os sistemas de TI de uma organização podem ficar fora de operação. O processo de recuperação para restabelecer o funcionamento desses sistemas de TI deverá ser realizado dentro de um prazo específico. É aí que entra em cena o conceito de Objetivo de Tempo de Recuperação (RTO). O RTO é definido como o tempo máximo aceitável antes que uma organização possa retomar suas operações comerciais normais após uma interrupção significativa.
To understand RTO better, consider the analogy of a hospital’s emergency room. In case of any life-threatening injury, it is essential to provide medical attention to the patient within a certain time frame. This time frame or duration is known as the ‘Golden Hour.’ If doctors and staff fail to provide medical aid within this hour, there are chances that the injury turns fatal, causing long-term damage. In the same way, for an organization, if critical applications and systems are not resumed within the RTO period, there could be financial and reputational damage that will hurt the business’s interests.
In today’s world, businesses rely heavily on technology systems to conduct their day-to-day activities. Any downtime or delay in resuming those critical services can lead to severe losses, including revenue, missed opportunities, unplanned expenses, decreased customer satisfaction and loss of market share. Therefore, having proper RTO planning in place is essential for swift disaster recovery.
Às vezes, as organizações priorizam o custo em detrimento da rápida restauração dos serviços em caso de falha ou desastre. No entanto, o tempo de inatividade pode acabar saindo muito mais caro do que investir em opções adequadas de planejamento de RTO desde o início.
Now let’s delve deeper into why RTO is important and how it can benefit your organization.
- De acordo com um relatório do Aberdeen Group, 93% das empresas que sofreram interrupções no funcionamento do data center por mais de dez dias entraram com pedido de falência em menos de um ano.
- Um estudo realizado pela Gartner revelou que o custo médio do tempo de inatividade de TI é de US$ 5.600 por minuto, o que ressalta a importância de se ter um Objetivo de Tempo de Recuperação (RTO) bem definido.
- Em uma pesquisa realizada pelo Conselho de Preparação para Recuperação de Desastres, quase três quartos (73%) das empresas relataram não ter um RTO adequado em vigor, o que destaca a necessidade de as organizações priorizarem o planejamento de recuperação de desastres.
A importância do RTO nos planos de recuperação de desastres
O RTO desempenha um papel crucial para garantir que sua organização possa retomar as operações normais o mais rápido possível em caso de qualquer interrupção. A seguir, apresentamos algumas maneiras pelas quais o RTO é essencial nos planos de Recovery de desastres:
Em primeiro lugar, o RTO ajuda a reduzir a perda de receita, os danos à reputação e outros impactos causados por longos períodos de inatividade. O tempo de inatividade acarreta custos tangíveis imediatos, como a perda de receita, e custos intangíveis, como a perda da confiança dos clientes.
Secondly, let’s consider a scenario where an accounting application is down for several days. This application is vital to the business’ operations since it takes care of all accounting activities. In this situation, failure to restore the application within the RTO duration will lead to late payments and incorrect balances that could result in loss of significant amounts of money or gradual fallbacks.
To understand how important RTO is to organizations, imagine being without your mobile phone for one day during an important project; inevitably, you’ll lose valuable time and work behind schedule on delivery deadlines.
Em terceiro lugar, definir o RTO ajuda uma empresa a identificar os sistemas de TI críticos que têm o potencial de causar o impacto mais grave nos negócios caso falhem. A identificação clara desses sistemas e dos valores de RTO associados facilita a priorização para as equipes de TI durante a restauração do sistema, pois determina quais serviços devem ser restabelecidos primeiro para manter as operações estáveis.
Por fim, ignorar ou gerenciar mal o planejamento do RTO pode levá-lo na direção errada ao determinar quais tecnologias de recuperação de desastres seriam adequadas para restaurar dados e aplicativos vitais.
Compreender o quão cruciais são os planejadores de RTO no planejamento de recuperação de desastres deve nos levar a considerar como podemos calculá-los.
RTO x Objetivo do ponto de recuperação (RPO)
Recovery time objective (RTO) and recovery point objective (RPO) are often considered together as the two most important parameters of a data protection or disaster recovery plan. While both concepts are related to data recovery in the event of a disaster, they differ in their focus.
O RTO se refere à rapidez com que uma organização pode retomar suas operações comerciais normais após a ocorrência de um incidente grave que tenha causado uma interrupção. O RPO, por outro lado, concentra-se na quantidade máxima de dados que pode ser perdida durante esse período antes que isso se torne inaceitável.
Para ilustrar a diferença entre RTO e RPO, imagine uma empresa que conduz suas operações por meio de diversos aplicativos e bancos de dados essenciais. Esses aplicativos processam pedidos de clientes, gerenciam níveis de estoque e administram transações financeiras. Se um desses aplicativos ficar indisponível devido a uma falha de hardware ou a um desastre natural, por quanto tempo a empresa pode se dar ao luxo de ter o aplicativo indisponível? Esse período seria o RTO para esse aplicativo.
Now consider what happens if there is a backup system in place but it is not able to recover all of the latest transaction data since its last backup was taken 24 hours ago. The entire day’s worth of work would be lost, leading to significant financial losses and other negative consequences. The acceptable limit for such data loss would be defined by the RPO.
Como calcular o RTO para sua organização
The first step in calculating your organization’s RTO is to conduct a business impact analysis (BIA). This helps you identify critical systems and applications that require the highest level of availability and assess how much downtime each system can tolerate before operational disruptions negatively impact your business.
Por exemplo, imagine uma seguradora cujo sistema de processamento de sinistros fica fora do ar. A empresa pode conseguir se manter se o sistema ficar fora do ar por algumas horas durante horários de menor movimento, mas pode sofrer perdas financeiras significativas e danos à sua reputação se ele ficar indisponível durante os horários de pico. Portanto, os horários de pico poderiam ser definidos como o período durante o qual o RTO deve ser cumprido.
Outra analogia a ser considerada é semelhante à forma como os hospitais se preparam para desastres naturais. Eles têm um plano em vigor que descreve o que farão caso haja um afluxo de pacientes devido a um terremoto ou furacão. Nesse plano, eles definem o tempo máximo que devem levar para retomar as operações caso ocorra algum evento disruptivo. Um hospital com cirurgias críticas agendadas para aquele dia teria prazos de RTO diferentes daqueles de um hospital sem nenhum procedimento agendado.
Once you have identified critical systems and applications, you need to determine how quickly they need to be restored after a disaster has occurred. When calculating RTO, it’s essential to consider factors such as backup frequency, location, transport mechanism, security measures, staff capabilities, and end-user requirements.
Realização de uma Análise de Impacto nos Negócios (BIA)
Before calculating RTO for your organization, it is important to conduct a business impact analysis (BIA). The BIA involves evaluating the potential effects of a disaster or system failure on critical business functions. It is important to note that BIA is separate from the disaster recovery planning process as it instead focuses on understanding the potential impact of disruptions on key business functions.
Por exemplo, em meados de 2020, muitas organizações foram pegas de surpresa pela rápida transição para o trabalho remoto devido à COVID-19. Empresas que antes dependiam de soluções locais tiveram dificuldades para adaptar seus sistemas a uma força de trabalho remota. Para evitar tais problemas no futuro e compreender melhor os riscos associados a esse tipo de interrupção, as empresas devem considerar a realização de uma BIA.
Para iniciar o processo de análise, as organizações devem identificar as principais partes interessadas de todos os departamentos e áreas funcionais. Essa equipe deve coletar informações sobre cada função crítica dos negócios e determinar por quanto tempo cada uma delas pode ficar interrompida antes de causar prejuízos significativos às operações.
Também é importante que as organizações levem em consideração tanto os impactos diretos quanto os indiretos de uma interrupção. Os impactos diretos podem incluir a paralisação da produção, enquanto os efeitos indiretos podem incluir a perda de vendas devido a problemas na cadeia de suprimentos. Levar em conta esses diferentes tipos de efeitos pode ajudar a formar uma compreensão abrangente dos impactos potenciais.
Comparing a business to a building with multiple levels can help visualize this process. Each level represents different aspects of business functions and processes, such as finance or supply chain management. You must diligently map every floor’s contents within your business context and determine what happens if you remove specific parts partially or completely.
Once you’ve completed your BIA and identified all critical business functions, you’re ready to move on to the next step: identifying critical systems and applications.
Identificação de sistemas e aplicativos críticos
Identificar os sistemas e aplicativos críticos é fundamental para a elaboração de um plano de Recovery de desastres. O processo de identificação deve envolver uma análise cuidadosa para determinar quais sistemas e aplicativos de TI são essenciais para dar suporte às funções de negócios identificadas na Análise de Impacto nos Negócios (BIA).
Por exemplo, um fabricante provavelmente identificaria os sistemas de produção como uma aplicação de vital importância, enquanto uma instituição financeira poderia se concentrar em suas aplicações de negociação ou de operações bancárias essenciais. Em todos os casos, no entanto, qualquer aplicação que seja vital para dar suporte a operações críticas deve ser documentada e analisada.
Once you’ve identified your critical applications, it’s also essential to examine dependencies between them. This includes examining the infrastructure and hardware components required for each application’s proper functioning.
Recomenda-se considerar o rastreamento de dependências mesmo além das camadas primárias, uma vez que uma alteração no segundo nível de dependências ainda pode ter efeitos secundários que podem se propagar até aplicações críticas.
Para investigar essas dependências mais a fundo, os analistas de sistemas costumam usar fluxogramas para detalhar o fluxo de trabalho esperado ou os movimentos de dados entre aplicativos. Ao visualizar a interconectividade entre diferentes sistemas, fica mais fácil priorizar os procedimentos de recuperação e implementar medidas de resiliência mais abrangentes.
After carefully analyzing your organization’s critical systems and dependencies between them, you’ll be well-prepared to select suitable disaster recovery technologies in our next section.
Implementação e aprimoramento de estratégias de RTO
Once you have calculated your organization’s Recovery Time Objective (RTO), it is crucial to implement and improve strategies that will help you achieve the desired recovery time. One of the key components of implementing an efficient RTO strategy is ensuring that all stakeholders understand their respective roles during a disaster or crisis.
É essencial realizar treinamento e capacitação contínuos, tanto para os funcionários quanto para a equipe de TI, sobre os procedimentos e planos de recuperação de desastres. Simulações podem ser realizadas periodicamente para garantir que todos compreendam os procedimentos, bem como para testar a eficácia dos sistemas, das tecnologias e do pessoal.
Além disso, a análise regular da eficácia das estratégias de RTO pode revelar áreas que precisam de melhorias. É essencial sempre buscar maneiras de aprimorar e disponibilizar soluções de backup mais eficazes. Isso pode envolver uma mudança na tecnologia existente, a atualização de softwares ou a realização de atualizações regulares de hardware.
One company based in New York City learned this lesson after storms caused severe flooding of data centers within their region. Power outages resulted in catastrophic data loss, including losing our clients’ vital information stored in storage devices.
Em resposta, ampliamos nossos serviços de infraestrutura baseados em nuvem, garantindo que nossos clientes pudessem acessar remotamente e de forma contínua os backups de dados caso algo desse errado. Com políticas rigorosas de privacidade e requisitos de conformidade com as regulamentações de armazenamento, cumpridos por nossa equipe de especialistas, proporcionamos tranquilidade aos nossos clientes, sabendo que suas operações comerciais críticas estavam seguras.
Evaluating backup data can also give insight into additional improvements required on top of existing strategies. If specific applications are taking too long to back up regularly, upgrading them using modern infrastructure with higher capacity might be necessary.
Outra maneira de aprimorar sua estratégia de RTO seria implementar ferramentas de automação que permitam às equipes de TI responder de forma rápida e eficiente a emergências, sem interromper a produtividade normal. Além disso, a automação de tarefas repetitivas ou previsíveis pode liberar tempo para que os profissionais de TI se concentrem em aspectos mais complexos, como monitorar o desempenho do software e realizar simulados regulares.
Seleção de tecnologias adequadas para Recovery de desastres
É fundamental selecionar as melhores tecnologias de recuperação de desastres para as necessidades específicas da sua empresa. Os aplicativos essenciais para os negócios exigem um objetivo de tempo de recuperação (RTO) que favoreça a rápida retomada das operações, enquanto outros aplicativos não essenciais podem ter um RTO mais alto.
When looking for the perfect disaster recovery technology, you’ll need to consider aspects such as security, costs, scalability, and your organization’s technological capabilities. Cloud-based services are increasingly popular due to their accessibility, scalability, and low capital investment costs.
A Amazon Web Services (AWS) é um provedor de nuvem utilizado por várias grandes empresas, como a Airbnb e a Netflix. Com a AWS, as organizações podem implementar planos de Recovery em várias zonas e regiões para garantir redundância em caso de desastres ou interrupções nos dados.
Outra opção tecnológica disponível é a replicação síncrona entre locais. Isso requer que os data centers replicados sejam combinados com configurações de failover que minimizem as interrupções durante uma crise social. Tanto as WANs (Wide Area Networking) definidas por software quanto as conexões de fibra óptica são opções viáveis para sincronizar data centers replicados, a fim de garantir períodos de RTO (Tempo de Retorno à Operação) próximos de zero.
Um debate importante gira em torno da escolha entre locais de standby “quente” ou “frio” para o failover de um aplicativo essencial em caso de desastre. Um local “quente” refere-se a um centro de backup pronto para uso que espelha tanto as operações de dados quanto a infraestrutura; ele permite a retomada imediata das operações normais, mas pode acarretar custos mais elevados. Um local “frio”, por outro lado, requer mais preparação antes que a troca possa ocorrer, porém com menor custo associado.
Ao identificar as aplicações essenciais e, ao mesmo tempo, realizar uma seleção cuidadosa de zonas e regiões em diversos centros de dados, a escolha de tecnologias adequadas de Recovery será, de modo geral, benéfica, independentemente da solução escolhida.
- A escolha das melhores tecnologias de recuperação de desastres para as necessidades específicas da sua empresa é fundamental, e há várias opções disponíveis para atender a diferentes objetivos de tempo de recuperação (RTO). Serviços baseados em nuvem, como a AWS, oferecem acessibilidade, escalabilidade e baixos custos de investimento de capital. A replicação síncrona entre locais pode minimizar as interrupções durante uma crise social, enquanto as WANs definidas por software e as conexões de fibra óptica podem garantir períodos de RTO quase nulos. A escolha entre locais de espera ativa ou passiva depende do nível de preparação e de considerações de custo. De modo geral, identificar aplicativos críticos e selecionar cuidadosamente tecnologias adequadas de Recovery em diversos data centers pode trazer benefícios significativos para qualquer organização.
Acompanhamento e ajuste do RTO ao longo do tempo
Depois de calcular seu Tempo Objetivo de Recuperação (RTO) e implementar estratégias para alcançá-lo, seu trabalho ainda não está concluído. Monitorar e ajustar seu RTO garantirá que ele continue relevante e eficaz na mitigação dos efeitos de desastres ou falhas inesperadas.
Let’s say that a few months after calculating your RTO and implementing recovery strategies, you experience a major data breach that takes down your critical systems for several hours. This incident could reveal weaknesses in your RTO plan and requirements, leading to necessary adjustments for future readiness. By analyzing the data from the incident, you can determine if the RTO needs to be adjusted based on factors like the severity of the disaster or failure or if new technologies would better facilitate data restoration.
À medida que a tecnologia evolui constantemente, o mesmo ocorre com as ferramentas disponíveis para a recuperação de dados críticos. Portanto, os departamentos de TI precisam se manter atualizados sobre alternativas mais recentes ou versões aprimoradas das tecnologias existentes que possam resolver as possíveis lacunas em seu plano de RTO atual. Uma excelente maneira de acompanhar os avanços nesse setor é participar de conferências de tecnologia ou webinars que expliquem as tendências emergentes e ofereçam às organizações a oportunidade de interagir com especialistas do setor.
Por outro lado, algumas organizações podem argumentar que o monitoramento dos RTOs não é necessário, desde que seus cálculos iniciais sejam robustos o suficiente para lidar com todas as eventualidades. No entanto, esse argumento ignora a natureza dinâmica dos sistemas tecnológicos, nos quais as coisas podem mudar tão rapidamente quanto uma atualização de software durante a noite ou o surgimento de uma ferramenta de hacking nos círculos criminosos.
Monitoring and adjusting your RTO is similar to driving a car. Once you set out on the road, you don’t just settle down and forget about caution altogether because you believe everything went well at the start. A vigilant driver continuously monitors their environment by regularly checking mirrors and avoiding hazards as they appear along their path. Any sudden changes on the road like a blown tire or engine trouble will require quick thinking and new strategies, much like how IT organizations must adapt quickly to emerging security threats or IT failures.
So there you have it, monitoring and adjusting RTO over time is crucial for all organizations’ disaster recovery plans. By being vigilant in paying attention to potential threats and keeping track of technological advancements, you can ensure that your system remains robust and effective in the long run. Remember, recovery does not end after the implementation phase, for an efficient plan should account for any dynamic changes that might occur in an ever-evolving technological landscape.
Qual é o papel da tecnologia e da infraestrutura na consecução dos RTOs desejados?
A tecnologia e a infraestrutura são aspectos cruciais para atingir os RTOs desejados. A tecnologia e a infraestrutura adequadas podem ajudar as empresas a se recuperarem mais rapidamente de possíveis interrupções, diminuindo o impacto negativo sobre suas operações, seus clientes e seus resultados financeiros.
For instance, implementing a robust backup and recovery system that leverages cloud computing technologies can enable organizations to restore important data or applications in a matter of minutes. Additionally, having a resilient IT infrastructure with redundant systems, automated failover processes, and disaster recovery plans can significantly reduce RTOs.
De acordo com um estudo recente da Veeam Software, 84% das empresas relataram ter sofrido interrupções de serviço no último ano. Entre as que passaram por tais eventos, 33% perderam o acesso aos seus sistemas críticos por uma hora ou mais. Além disso, a pesquisa sugere que interrupções não planejadas podem custar às empresas até US$ 5.600 por minuto.
Em conclusão, a tecnologia e a infraestrutura desempenham um papel essencial não apenas para atingir os RTOs desejados, mas também para minimizar os riscos comerciais associados a eventos de inatividade. Ao investir nas ferramentas tecnológicas e nas soluções de infraestrutura adequadas, as empresas podem melhorar drasticamente sua resiliência operacional e minimizar as possíveis perdas financeiras causadas por interrupções não planejadas.
Em que o RTO difere do Objetivo de Ponto de Recuperação (RPO)?
O Tempo Objetivo de Recuperação (RTO) e o Ponto Objetivo de Recuperação (RPO) são duas métricas essenciais que as organizações devem levar em consideração ao elaborar seus planos de recuperação de desastres. Embora algumas pessoas possam usar esses termos de forma intercambiável, eles não significam a mesma coisa.
Em resumo, o RTO define o período de tempo durante o qual uma organização pode ficar sem um determinado sistema ou aplicativo antes de começar a sofrer perdas financeiras significativas ou outras consequências negativas. Por outro lado, o RPO especifica a quantidade máxima de dados que uma organização pode se dar ao luxo de perder em decorrência de uma interrupção antes de começar a sofrer danos significativos.
For example, if a company has an RTO of two hours, it means that it can only tolerate up to two hours of downtime before suffering severe consequences such as losing customers or revenue. On the other hand, if an organization has an RPO of one hour, it implies that it can only afford to lose up to one hour’s worth of data before experiencing significant damage.
Para contextualizar: de acordo com um estudo realizado pela IBM, cada minuto de tempo de inatividade não planejado custa às empresas, em média, cerca de US$ 8.851. Além disso, uma pesquisa da IDC sugere que o custo médio do tempo de inatividade para aplicativos críticos é de aproximadamente US$ 100.000 por hora.
Portanto, definir RTOs e RPOs realistas para sua organização é fundamental para minimizar o tempo de inatividade e evitar perdas financeiras. No entanto, lembre-se de que essas métricas também devem estar alinhadas com suas metas e necessidades comerciais, já que objetivos excessivamente ambiciosos podem ser difíceis de alcançar e manter sem sobrecarregar seus recursos.
Quais fatores determinam um RTO adequado para uma empresa ou organização?
A determinação de um Objetivo de Tempo de Recuperação (RTO) adequado para uma empresa ou organização envolve a consideração de vários fatores. O RTO deve ser determinado com base no impacto potencial da interrupção do sistema e na rapidez com que a organização precisa retomar suas operações. Alguns dos fatores que determinam um RTO adequado incluem:
- Business Impact Analysis (BIA) – A BIA helps identify critical systems, data, and applications that are essential for business continuity. By prioritizing these aspects, organizations can develop recovery plans with specific RTOs that align with their importance.
- Industry Standards – Certain industries such as healthcare or financial services have stricter regulatory requirements that dictate specific RTOs for protecting sensitive data and ensuring uninterrupted operation.
- Financial Implications – According to a study by the Ponemon Institute, the average cost of data center downtime has risen to $9,000 per minute in 2021. Therefore, an organization’s financial situation plays a significant role in determining an appropriate RTO as it impacts both short-term revenue loss and long-term reputation damage.
- Technology Infrastructure – The RTO should be based on the organization’s technological capabilities, including hardware, software, and network infrastructure. This includes assessing redundancy levels of IT systems and ensuring backup solutions are available to minimize recovery time.
In summary, determining an appropriate RTO requires understanding the potential impact of system downtime on your business operations, analyzing your critical systems and data, and balancing financial implications with technology infrastructure capabilities. By taking a proactive approach towards disaster recovery planning, businesses can minimize downtime while ensuring seamless business continuity during unexpected failures or disruptions.
Quais são alguns erros comuns que as empresas cometem ao estabelecer RTOs e como eles podem ser evitados?
Estabelecer um objetivo de tempo de recuperação (RTO) é fundamental para que as empresas possam se planejar e se preparar para desastres, ataques cibernéticos e outras possíveis interrupções. No entanto, existem alguns erros comuns que as empresas cometem ao determinar seus RTOs.
Um dos erros mais graves é definir um RTO irrealista. De acordo com uma pesquisa da IDG, 28% dos profissionais de TI admitem definir RTOs inatingíveis. Definir um RTO sem levar em conta os recursos disponíveis ou sem testar o plano pode resultar em tempo de inatividade, perda de receita e danos à reputação.
Outro erro comum é não revisar ou atualizar o RTO regularmente. À medida que as empresas crescem e a tecnologia muda, o mesmo ocorre com os riscos potenciais e as soluções necessárias. O Conselho de Preparação para Recuperação de Desastres (Disaster Recovery Preparedness Council) relata que 60% das organizações não atualizam seus planos de recuperação de desastres há mais de um ano, o que resulta em planos desatualizados e ineficazes.
To avoid these mistakes, businesses need to conduct risk assessments, test their disaster recovery plans regularly and consult with experts in business continuity planning. It’s essential to establish an achievable RTO based on the needs and capabilities of your organization. A realistic plan will allow you to recover quickly while minimizing costs.
Em resumo, para evitar os erros comuns de definir RTOs irrealistas ou de não atualizá-los regularmente, é necessário haver preparação contínua, planejamento e consulta a especialistas em Recovery dentro das organizações.
Como as empresas podem minimizar seu RTO em caso de desastre ou interrupção das operações?
As empresas podem minimizar seu Tempo Objetivo de Recovery (RTO) ao implementar as seguintes estratégias:
- Estabeleça um plano abrangente de recuperação de desastres: um plano bem documentado reduz a confusão e ajuda a restaurar os sistemas rapidamente. De acordo com um estudo da Gartner, apenas 35% das pequenas e médias empresas possuem um plano de recuperação de desastres em vigor.
- Invista em infraestrutura resiliente: uma infraestrutura de TI robusta, com múltiplas redundâncias, geradores de reserva e fontes de energia alternativas, garante a continuidade dos negócios mesmo em caso de interrupção no fornecimento de energia.
- Faça backups regulares: backups regulares garantem que os dados estejam sempre atualizados e disponíveis quando necessário. 60% das pequenas empresas fecham as portas dentro de seis meses após sofrerem uma perda significativa de dados sem soluções adequadas de backup
- Adote soluções baseadas na nuvem: as soluções baseadas na nuvem oferecem flexibilidade e escalabilidade que faltam às soluções tradicionais instaladas no local, proporcionando tempos de Recovery mais rápidos, segundo 95% dos profissionais de TI entrevistados.
- Ao implementar essas medidas, juntamente com outras adaptadas às necessidades específicas de seu setor e de seus negócios, as empresas podem garantir tempos de retorno à operação (RTO) mínimos durante desastres ou períodos de inatividade, minimizando assim as perdas potenciais tanto em receita quanto em reputação.
Atinja ou supere seus RTOs com o Clumio
Disaster recovery planning is essential for enterprises of all sizes looking to ensure business continuity during malicious attacks, downtime, and disruptions to infrastructure. Good data backups and a well-defined recovery process are critical elements of this planning.
Having a viable RTO—and the ability to meet or exceed the RTO—is a vital component to protecting both your business and its customers.
As a cloud-native data protection backup-as-a-service platform, Clumio’s industry-leading rapid recovery capabilities provide enterprises with quick and reliable data restores to help ensure business continuity in the face of downtime to critical infrastructure.

Ao oferecer uma maneira integrada de restaurar uma instância inteira, bem como recuperar de forma granular arquivos, registros ou caixas de correio individuais, o Clumio otimiza a recuperação de dados para atender com facilidade ou superar seus RTOs atuais.
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