O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência de 2023 será comemorado no sábado, 11 de fevereiro, e representa uma oportunidade para promover o acesso e a participação plenos e em igualdade das mulheres nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).
Conversamos com duas líderes incríveis e inspiradoras da Commvault, a diretora de tecnologia de campo (CTO) Vidya Shankaran e a diretora de experiência do usuário Parisa Bazl, para conhecer suas opiniões sobre diversos temas, incluindo:
- Por que uma minoria de mulheres segue carreira nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM),
- Como a diversidade de perspectivas pode ser um grande trunfo em suas funções e
- Que conselho elas dariam às versões de si mesmas aos 18 anos.
- Heróis pessoais
Why is marking the International Day of Women and Girls in Science important?
Como mãe de uma filha que estuda em uma escola de ensino médio com foco em ciências e engenharia, sei o quanto é importante conscientizar sobre a necessidade da igualdade de gênero e promover o empoderamento e o avanço de mulheres e meninas nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).
By celebrating this day, it serves as a constant reminder for all to work towards removing the barriers that prevent women and girls from participating – this helps foster a more inclusive and innovative scientific community and a better future for all.
O dia reconhece as importantes contribuições das mulheres e meninas nessas áreas e incentiva mais meninas e mulheres a seguirem carreiras nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).
Celebrating this day is a way to remind ourselves of how far we’ve come and the distance we still need to go. While achieving gender equality in the STEM field is an uphill battle, our progress is evidence that it is possible and we will get there. This day is also a reminder of the benefits of having diversity in technology since so many critical, fun, and interesting things — from WiFi to dating apps – had their groundwork laid by women.
Why do you think women earn STEM degrees at half the rate of men – how can we help address this?
Despite the fact that women have had a significant role to play in the progress of science and technology, they have not received the same levels of recognition as their male colleagues is an issue that transcends centuries.
I would not necessarily to ascribe it to lack of female role models in STEM – there are many unsung “heroes” – but rather to the gender stereotypes and societal expectations that science is a “male” field. This manifests in the form of insufficient support for work-life balance that women and girls encounter compared to their male counterparts.
Thankfully, it is not irreparable or beyond redemption yet – there are many things we are already doing today and should continue doing and maybe even accelerate.
Promover modelos femininos nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) por meio da cobertura da mídia e destacar as conquistas de mulheres bem-sucedidas na ciência é fundamental, pois isso tem o poder de incentivar as meninas a se interessarem pela ciência desde cedo.
Acima de tudo, é fundamental que continuemos a oferecer ambientes favoráveis na educação e no local de trabalho, como programas de mentoria e atividades de divulgação. Oferecer condições flexíveis de trabalho garante que as mulheres continuem motivadas a seguir suas carreiras nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Por fim, fomentar uma cultura de diversidade e inclusão nas áreas STEM e promover a equidade e a igualdade de oportunidades na contratação, na promoção e na remuneração são aspectos essenciais para melhorar a integração e a retenção de mulheres e meninas nas carreiras STEM.
Muitas mulheres crescem com a percepção equivocada de que as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) são um campo que valoriza os pontos fortes estereotipicamente masculinos, e nem sempre contamos com os sistemas de apoio social adequados para lidar com esses sentimentos de inadequação e falta de confiança. A tecnologia é frequentemente associada a software, mas, na verdade, trata-se muito mais de pessoas. Ao destacar os aspectos humanos dessa disciplina, podemos incentivar mais mulheres a perceberem como suas origens, perspectivas e habilidades únicas servirão como um ponto forte ao buscarem formação e carreiras nas áreas de STEM.
What can being a woman bring to your roles of field Chief Technology Officer (Vidya) and Director of User Experience (Parisa)
In my role, which is technology evangelism with our customers and partners, in order deliver this role successfully, it requires empathy, emotional intelligence, respect for all cultures and obviously, understanding of technology. As a woman it does require a lot more effort and perseverance to get to and keep my “seat at the table”, but it is not without the support of all men and women around me.
Também tenho observado um aumento no número de homens que são aliados, os quais têm sido fundamentais para promover a aceitação, o incentivo e o apoio às mulheres na área de tecnologia. Esses homens são, invariavelmente, pais ou irmãos de mulheres e meninas que atuam nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) e estão cientes dos desafios que as mulheres e meninas enfrentam, além de se sentirem felizes em contribuir para a remoção desses obstáculos. Essa é, sem dúvida, uma mudança na direção certa.
Working in a field where I’ve historically been at a disadvantage means that I’ve cultivated skills which not only help me navigate the field, but also do my job very well. I have had to pay attention to the smallest details, ask incisive questions, and listen extremely closely in order to best position myself for success. These are skills that make me a better advocate for users, since great UX is built on our ability to pay attention to what their users are saying in order to piece together the optimal solutions. In addition, being an outsider within the field of technology also makes me much more conscientious of inclusivity, and how everything from the way in which my team operates down to the interface that is designed needs to be intentional about creating equitable access and success.
What advice would you give to your 18-year-old self, moving into technology?
Eu diria: não desista, porque as coisas vão melhorar .
But again, the kind of pressure we put on ourselves to deliver our best day after day, I would only say to take slow down and “smell the roses” – that we are not expected to know everything or have all the answers and it is okay to say, “I don’t know”. After graduating with a degree in Chemical Engineering when I moved into Information technology, it felt like a personal failure, but I would tell me 18-yo self that it is okay to fail – “Failure” is a verb not a noun.
Eu aconselharia meu eu de 18 anos, que nunca planejou seguir a carreira de tecnologia, a pensar nisso além da simples engenharia. Como mencionei anteriormente, a tecnologia tem muito mais a ver com pessoas do que com software. Se nos concentrarmos em nossa capacidade de nos conectar com as pessoas e cultivar a compreensão, isso nos torna muito mais valiosos e nosso impacto, muito mais positivo.
Personal Heroes – Who do you admire?
Tenho muito respeito por Indra Nooyi, ex-CEO da PepsiCo, e procuro todas as oportunidades para aprender com suas experiências.
I’m a big fan of Barack Obama. He is someone who also had to navigate a system that was not predisposed to his success, and he leveraged his unique skillset, background, and point of view to inspire and connect with millions of people.